sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Feliz Ano Novo!

Acesso as 01.16 - 31/12/2011 http://www.mensagenscomamor.com/mensagens_de_ano_novo.htm De repente, num instante fugaz, os fogos de artifício anunciam que o ano novo está presente e o ano velho ficou para trás. De repente, num instante fugaz, as taças de champagne se cruzam e o vinho francês borbulhante anuncia que o ano velho se foi e ano novo chegou. De repente, os olhos se cruzam, as mãos se entrelaçam e os seres humanos, num abraço caloroso, num so pensamento, exprimem um só desejo e uma só aspiração: PAZ E AMOR. De repente, não importa a nação, não importa a língua, não importa a cor, não importa a origem, porque todos são humanos e descendentes de um só Pai, os homens lembram-se apenas de um só verbo: amar. De repente, sem mágoa, sem rancor, sem ódio, os homens cantam uma só canção, um só hino, o hino da liberdade. De repente, os homens esquecem o passado, lembram-se do futuro venturoso, de como é bom viver. De repente, os homens lembram-se da maior dádiva que têm: a vida. De repente, tudo se transforma e chega o ano radiante de esperança, porque só o homem pode alterar os rumos da vida. De repente, o grito de alegria, pelo novo ano que aparece. FELIZ ANO NOVO! HAPPY NEW YEAR

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Reinauguração da loja 1 do Supermercados Savegnago » Blog Atualidade - Revide Vip

Reinauguração da loja 1 do Supermercados Savegnago » Blog Atualidade - Revide Vip

A riqueza do nosso mar

Acesso as 16.13 - 29/12 http://canalazultv.ig.com.br/redeambiente/a-riqueza-do-nosso-mar.asp Estudos no mundo todo tentam desvendar os segredos da vida no mar. Em Fernando de Noronha os pesquisadores tentam entender o comportamento dos golfinhos rotadores, que atraem muitos visitantes com suas acrobacias. Criado em 1990, o projeto Golfinho Rotador investiga a historia destes fascinantes animais. Trabalha para a saúde e perpetuação da espécie e ainda desenvolve projetos educacionais e de inserção social na comunidade. Na Bahia, um outro projeto ajuda a preservar outro famoso cetáceo: a baleia Jubarte. Ela chega até o Arquipélago de Abrolhos para reproduzir e amamentar seus filhotes. Para estudar e proteger as Jubartes foi criado o projeto Baleia Jubarte, que em 1996 tornou-se instituto. Hoje, o instituto estuda o comportamento natural das baleias e sua interação com o seu meio. Trabalha também em parceria com universidades e instituições de pesquisa. Além disso, desenvolve atividades de educação ambiental e ajuda a promover o turismo ecologicamente responsável na região. Com o trabalho do instituto na região, o número de Jubartes que, no inicio do projeto eram em torno de dois mil, agora já chegam a nove mil. mais informações Conhecer e divulgar para preservar Por Daniel de Granville O espaço marítimo brasileiro ocupa uma área equivalente à coberta pela Floresta Amazônica. No entanto, quando se fala em degradação ambiental, a ênfase neste ambiente terrestre é muito maior do que as informações veiculadas sobre a situação crítica de nossos mares. Projetos científicos em ambientes marinhos, envolvendo ações junto a populações tradicionais e visitantes de outras regiões, ajudam a mostrar a beleza e importância destas áreas, fomentando o interesse das pessoas por sua conservação.

EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Acesso as 16.06 - 29/12 http://canalazultv.ig.com.br/redeambiente/educacaoambiental.asp A Educação Ambiental pode ser vista de uma perspectiva mais abrangente, não restringindo seu olhar à proteção e uso sustentável de recursos naturais. Sob uma visão multidisciplinar, deve incorporar fortemente a proposta de construção de sociedades sustentáveis, procurando despertar em todos a consciência de que o ser humano é parte do ambiente e não o centro de tudo. Podemos criar atividades de Educação Ambiental tanto no ambiente da escola (educação formal), como também usar outros meios de comunicação (educação informal). Independentemente do veículo ou caminho usado, cada vez mais o repasse de informações deve gerar um sistema dinâmico e abrangente, responsável pela educação do indivíduo e conseqüentemente da sociedade. Uma das modalidades mais eficientes é resgatar o contato da criança com a terra e seus proventos, usando espaços naturais das áreas verdes como vetores deste processo. Trabalhar em uma pequena horta, por exemplo, pode integrar ao cotidiano das crianças as rotinas de plantio, cuidado com as plantas, controle natural de pragas entre outros temas. Ao lidar com os animais associados às plantas, é possível ampliar a gama de conhecimento sobre os animais, seus comportamentos, formas e cores. Ao integrar esses conhecimentos, pode-se estimular o respeito e gerar um caráter integrador da criança para com a visão ambiental. Em um mundo cada vez mais urbanizado, a população está envolvida com as novas tecnologias e distante do mundo natural. Perde-se dessa maneira a relação natural que tínhamos com a terra, a fauna, a flora, além do contato com culturas diferentes da nossa. Os cenários urbanos, como os ambientes de Shopping Center, passam a ser normais na vida dos jovens e os valores relacionados com a natureza têm poucos pontos de referência na sociedade moderna. A educação ambiental se constitui numa forma abrangente de educação, que se propõe atingir diferentes tipos de cidadãos, por meio de um processo educativo permanente e que procura disseminar uma visão crítica sobre a temática ambiental. O relacionamento da humanidade com a natureza, que teve início com um mínimo de interferência nos ecossistemas, tem hoje culminado numa forte pressão exercida sobre os recursos naturais. Atualmente, são comuns a contaminação dos cursos de água, a poluição atmosférica, a devastação das florestas, a caça indiscriminada e a redução ou mesmo destruição dos habitats além de muitas outras formas de agressão ao meio ambiente. Dentro desse contexto, é clara a necessidade de mudar o comportamento do homem em relação à natureza, no sentido de promover sob um modelo de desenvolvimento sustentável (processo que assegura uma gestão responsável dos recursos do planeta de forma a preservar os interesses das gerações futuras e, ao mesmo tempo atender as necessidades das gerações atuais), a compatibilização de práticas econômicas e conservacionistas, com reflexos positivos evidentes junto à qualidade de vida de todos. A educação ambiental enfatiza as regularidades, e busca manter o respeito pelos diferentes ecossistemas e culturas humanas da Terra. Foca também no dever de reconhecer as similaridades globais, enquanto se interagem efetivamente com as especificidades locais, é resumido no seguinte lema: Pensar globalmente, agir localmente.

O Homen e a Natureza

Acesso as 15.55 - 29/12 http://canalazultv.ig.com.br/redeambiente/homemenatureza.asp O homem, ao longo de sua evolução, passou a utilizar a natureza para obter recursos para seu desenvolvimento. Tudo a nossa volta é criado a partir de recursos naturais. A tensão entre Homem e Natureza se acentuou especialmente com os processos industriais por ele criados. Esse processo é visto como gerador de desenvolvimento, empregos, conhecimento e maior expectativa de vida. Porém, o homem se afastou do mundo natural. Com o desenvolvimento industrial e o surgimento da era tecnológica, contaminamos o ar, a água e o solo e colocamos em risco a sobrevivência do planeta. O elevado índice de consumo e a consequente industrialização esgotam, ao longo do tempo, os recursos da Terra. Muitos desastres naturais são causados pela ação do homem no meio ambiente. Por outro lado, novas organizações e empresários realizam seus negócios já com uma consciência ambiental, tentando utilizar o mínimo de recursos naturais e reaproveitar os já utilizados. Hoje começa a existir uma maior percepção e valorização do meio ambiente, mas a humanidade está longe de aprender a consumir e interagir com os recursos limitados da Terra. Alguns princípios básicos como a percepção e valorização dos ecossistemas podem servir para orientar o desenvolvimento de técnicas que gerem o equilíbrio entre o homem e a natureza.

Campanha incentiva uso de sacolas reutilizáveis no Brasil

Acesso as 15.41 - 29/12 http://www.portalapas.org.br/m5_noticia.asp?cod_noticia=11238&cod_pagina=1222&categoria= O Brasil está conhecendo a prática sustentável de substituição das sacolas descartáveis por reutilizáveis. Um vídeo produzido pela Associação Paulista de Supermercados (APAS), em parceria com a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e o Ministério do Meio Ambiente (MMA), incentiva a prática sustentável neste fim de ano, época de Natal e Ano Novo. A ação tem a campanha do setor de supermercados paulista como exemplo. “A sinergia entre as entidades é de grande importância para o sucesso da prática sustentável. O vídeo relaciona o Natal com a sustentabilidade, importante bandeira da APAS”, disse o presidente da APAS João Galassi. “A Campanha Vamos Tirar o Planeta do Sufoco é um sucesso. Todo o Estado de São Paulo participa. O setor paulista é pioneiro nesta medida e está se tornando modelo sustentável para o Brasil”, completou. No vídeo, a repórter sugere a utilização das sacolas reutilizáveis no momento das compras. Ela pede que os clientes levem de casa suas embalagens, e que também presenteie amigos e familiares com uma unidade do produto. A propaganda faz ainda referência a um ícone do Natal, o Papai Noel. “O Papai Noel sempre lembrou de usar sacola reutilizável. Agora é a sua vez de usar”, diz ela. Mais de cem cidades paulistas já aderiram a Campanha, inclusive a capital. No dia 25 de janeiro de 2012, os supermercadistas e a população darão um grande passo para o consumo consciente.

APAS leva sacolona reutilizável a Brasília

Acesso as 15.34 - 29/12 http://vamostiraroplanetadosufoco.org.br/apas-leva-sacolona-reutilizavel-a-brasilia/ Uma sacola reutilizável de cinco metros, feita de retalhos de lonas reutilizadas, foi instalada no último dia 15 de dezembro na Rodoviária de Brasília (DF), onde ficará exposta por duas semanas. A obra da Campanha Vamos Tirar o Planeta do Sufoco, criada pelo artista plástico Eduardo Srur, visa sensibilizar para a prática sustentável de substituição de sacolas descartáveis nos supermercados. Foram distribuídos também folders informativos sobre ações sustentáveis. A Campanha Vamos Tirar o Planeta do Sufoco foi criada pela Associação Paulista de Supermercados (APAS), em parceria com a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e o Ministério do Meio Ambiente (MMA). No Estado de São Paulo, mais de 100 municípios aderiram à Campanha – juntos, eles representam 75% da população do Estado, com mais de 40 milhões de habitantes. “Este é um grande movimento de conscientização. Todo o Estado de São Paulo está mobilizado. O setor de supermercados quer adotar uma cultura sustentável e torna-se referência no consumo consciente”, afirma o presidente daAPAS João Galassi.

O verão chegou, e junto com ele, as Enchentes!

Acesso as 15.23 - 29/12 http://vamostiraroplanetadosufoco.org.br/o-verao-chegou-e-junto-com-ele-as-enchentes/ O verão chegou com tudo e não vai tardar para chegarem também as enchentes. As regiões metropolitanas das grandes cidades enfrentam esta triste realidade que desabriga milhares de pessoas, além de ferir e até matar outras tantas. São Paulo, por sua vez, possui a maior parte de seu solo impermeabilizado, o que, agregado a uma grande quantidade de pessoas que ainda não possui acesso às condições adequadas de destinação do lixo e seus resíduos, contribui para o acúmulo. As enchentes na maioria das vezes ocorrem como conseqüência da ação humana e uma das principais causas é o acúmulo de lixo nas ruas da cidade, que entope bueiros e não permite a passagem da água da chuva, provocando inundações.Para impedir a continuação das enchentes e que consequentemente inúmeras famílias percam seus patrimônios, pode-se construir barragens e reservatórios em áreas de maior risco, bueiros e diques espalhados pela cidade com sua abertura protegida para impedir a entrada de lixos e ainda a conscientização da população para que não deposite lixo nas vias públicas. Faça sua parte, o planeta agradece!

CONTAGEM REGRESSIVA

Faltam 26 dias para Substuição das Sacolas descartavéis por Reutilizáveis nos Supermercados, Colaborem nessa Campanha para Salvar o Planeta.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Bem vindo ao Blog Pão de Açúcar Verde!

Bem vindo ao Blog Pão de Açúcar Verde! Acesso as 17.56 dia 28/12 http://www.socioambiental.org/manchetes/ País usa energia 'suja' no horário de pico O Brasil enfrenta falta de hidrelétricas para garantir a oferta de energia no horário de pico, principalmente no auge do verão. Para suprir essa falta, o país tem recorrido a uma energia muito mais cara e poluente: as termelétricas. A solução passa pelo aumento da capacidade instalada nas grandes hidrelétricas. Uma hipótese é a de condicionar a renovação das concessões das hidrelétricas, em 2015, ao aumento da capacidade das usinas. Potencial disponível existe. Estudo feito pelo WWF-Brasil afirma que o país pode elevar a capacidade de 67 usinas em 8.093 MW apenas trocando o rotor das usinas. Outro estudo, feito pela Abrage, mostra a possibilidade de elevar em 5.214 MW a capacidade de 14 hidrelétricas no país, instalando mais turbinas nas barragens - FSP, 27/12, Mercado, p.B3.

Corredores verdes interligam florestas no estado

Acesso as 14.45 - 27/12 http://ecoamigos.multiply.com/journal?&page_start=20&show_interstitial=1&u=%2Fjournal Uma das principais iniciativas da SEA (Secretaria de Estado do Ambiente), o programa Corredores Verdes – sob responsabilidade da Superintendência de Biodiversidade – tem como objetivo a criação de corredores florestais de matas nativas ligando “manchas” dispersas de florestas existentes no Rio de Janeiro; separadas ao longo do tempo por desmatamentos. O lançamento oficial do programa, em agosto de 2007, começou pelo Corredor Verde do Pan, com o início do plantio previsto de 100 mil mudas de Mata Atlântica em 40 hectares de área degradada, ao longo de três anos, para unir as florestas do Maciço da Pedra Branca – com 13 mil hectares – e do Maciço da Tijuca – com 3.600 hectares. O Corredor Verde do Pan é uma parceria da SEA com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente do Rio de Janeiro, a Petrobras e a Coppe/UFRJ. O projeto é um exemplo sobre a importância da união de diferentes atores sociais e políticos em prol de ações de preservação e de maior qualidade de vida. Ainda como parte do projeto, foram ampliados pelo governo os limites do Parque Estadual da Pedra Branca em 71 hectares, incluindo nessa unidade de conservação as áreas reflorestadas no Maciço da Pedra Branca, medida importante para a manutenção e consolidação das 100 mil mudas plantadas. A Prefeitura do Rio de Janeiro desenvolverá na região o projeto Mutirão de Reflorestamento, utilizando mão-de-obra da própria comunidade – iniciativa fundamental para a manutenção das mudas. O Corredor Verde do Pan – que inclui quatro áreas de plantio, em cada lado das florestas – pretende também neutralizar a quantidade dos gases de efeito estufa, como o dióxido de carbono, liberados durante os Jogos Pan-Americanos. A Coppe/UFRJ ficou encarregada de monitorar os impactos que os jogos causaram ao clima com a liberação de gases-estufa, estimando e inventariando as emissões de carbono durante a realização do Pan. Outro corredor previsto é o de Bocaina-Tinguá, para ligar de forma contínua as florestas de Angra dos Reis e Paraty ao núcleo central de Mata Atlântica da Reserva Biológica do Tinguá e do Parque Estadual de Três Picos. O programa Corredores Verdes é parte integrante da meta da SEA de plantar 20 milhões de árvores em todo o estado ao longo dos quatro anos do atual governo. Esses corredores florestais – implantados sempre em conjunto com o Ibama e prefeituras – são fundamentais para a preservação das unidades de conservação do Rio de Janeiro. Fonte: http://www.ambiente.rj.gov.br/pages/sup_biod/biodiversidade_projetos/bio_proj_corredorverde.html Marcadores: aquecimento global, meio ambiente, poluição, reflexão, um novo olhar, árvores, sustentabilidade, temas

Os dez lugares mais poluídos do mundo

Acesso as 14.40 dia 27/12 http://ecoamigos.multiply.com/journal?&page_start=20&show_interstitial=1&u=%2Fjournal A corrida pela industrialização rápida e a qualquer custo começa mostrar suas conseqüências. Algo como três milhões de pessoas contaminadas com câncer, mal formação fetal, problemas neurológicos e retardo mental. Dos dez locais mais poluídos do munco, quatro estão na China e na Índia, países que nas últimas décadas cresceram cerca de 10% ao ano. Uma lista do estrago gerado por esse desenvolvimento sem cuidados ambientais e sociais foi publicada essa semana pelo instituto Blacksmith, um grupo de pesquisa ligado a Cruz Verde da Suíça. Segundo o estudo, as causas da destruição são na maioria dos casos pólos industriais de alto poder de contaminação, como petro-químicas e minas de carvão. As conhecidas indústrias sujas banidas dos países ricos na década de 80. Em Linfen, na China, as carvoarias são responsáveis por mais de dois por cento da energia consumida na país. A falta de controle ambiental dessa produção - social nem se comenta - pode ser vista nas ruas da cidade. A fuligem expelida pelas chaminés tinge de preto os habitantes. Além da sujeira e do ar irrespirável, a poeira negra é contaminada por arsênico e dióxido de enxofre. Os níveis dessas substâncias no ar da cidade são três vezes mais altos do que o indicado pela Organização Mundial de Saúde. O arsênico já contaminou 52% do lençol freático da região. As crianças são as grande vítimas. A maioria sofre com lesões na pele, doenças vasculares, hipertensão e câncer. Entre as cidade indianas que fazem parte da lista estão Sukinda, onde há a maior mina de cromo do mundo, e Valpi, onde há um pólo-petroquímico. Todas essas cidades superam Chernobyl, na Ucrânia, em número de vítimas da poluição. Palco do maior desastre nuclear do mundo, Chernobyl está em nono lugar na lista, com 30 mil contaminados. A lista pode servir como um apelo ao governo brasileiro para não se render a ilusão do crescimento econômico a qualquer custo. Fonte: http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/

A farra das sacolas de plástico - por "André Trigueiro"

Acesso as 14.11 - 27/12 http://ecoamigos.multiply.com/journal?&page_start=20&show_interstitial=1&u=%2Fjournal O Brasil é definitivamente o paraíso dos sacos plásticos. Todos os supermercados, farmácias e boa parte do comércio varejista embalam em saquinhos tudo o que passa pela caixa registradora. Não importa o tamanho do produto que se tenha à mão, aguarde a sua vez porque ele será embalado num saquinho plástico. O pior é que isso já foi incorporado na nossa rotina como algo normal, como se o destino de cada produto comprado fosse mesmo um saco plástico. Nossa dependência é tamanha, que quando ele não está disponível, costumamos reagir com reclamações indignadas. "Quem recusa a embalagem de plástico é considerado, no mínimo, exótico." Outro dia fui comprar lâminas de barbear numa farmácia e me deparei com uma situação curiosa. A caixinha com as lâminas cabia perfeitamente na minha pochete. Meu plano era levar para casa assim mesmo. Mas num gesto automático, a funcionária registrou a compra e enfiou rapidamente a mísera caixinha num saco onde caberiam seguramente outras dez. Pelas razões que explicarei abaixo, recusei gentilmente a embalagem. A plasticomania vem tomando conta do planeta desde que o inglês Alexander Parkes inventou o primeiro plástico em 1862. O novo material sintético reduziu os custos dos comerciantes e incrementou a sanha consumista da civilização moderna. Mas os estragos causados pelo derrame indiscriminado de plásticos na natureza tornou o consumidor um colaborador passivo de um desastre ambiental de grandes proporções. Feitos de resina sintética originadas do petróleo, esses sacos não são biodegradáveis e levam séculos para se decompor na natureza. Usando a linguagem dos cientistas, esses saquinhos são feitos de cadeias moleculares inquebráveis, e é impossível definir com precisão quanto tempo levam para desaparecer no meio natural. No caso específico das sacolas de supermercado, por exemplo, a matéria-prima é o plástico filme, produzido a partir de uma resina chamada polietileno de baixa densidade (PEBD). No Brasil são produzidas 210 mil toneladas anuais de plástico filme, que já representa 9,7% de todo o lixo do país. Abandonados em vazadouros, esses sacos plásticos impedem a passagem da água retardando a decomposição dos materiais biodegradáveis - e dificultam a compactação dos detritos. Essa realidade que tanto preocupa os ambientalistas no Brasil, já justificou mudanças importantes na legislação - e na cultura - de vários países europeus. Na Alemanha, por exemplo, a plasticomania deu lugar à sacolamania. Quem não anda com sua própria sacola a tiracolo para levar as compras é obrigado a pagar uma taxa extra pelo uso de sacos plásticos. O preço é salgado: o equivalente a sessenta centavos a unidade. A guerra contra os sacos plásticos ganhou força em 1991, quando foi aprovada uma lei que obriga os produtores e distribuidores de embalagens a aceitar de volta e a reciclar seus produtos após o uso. E o que fizeram os empresários? Repassaram imediatamente os custos para o consumidor. Além de anti-ecológico, ficou bem mais caro usar sacos plásticos na Alemanha. Na Irlanda, desde 1997 paga-se um imposto de nove centavos de libra irlandesa por cada saco plástico. A criação da taxa fez multiplicar o número de irlandeses indo às compras com suas próprias sacolas de pano, de palha,e mochilas. Em toda a Grã-Bretanha, a rede de supermercados CO-OP mobilizou a atenção dos consumidores com uma campanha original e ecológica: todas as lojas da rede terão seus produtos embalados em sacos plásticos 100% biodegradáveis. Até dezembro deste ano, pelo menos 2/3 de todos os saquinhos usados na rede serão feitos de um material que, segundo testes em laboratório, se decompõe dezoito meses depois de descartados. Com um detalhe interessante: se por acaso não houver contato com a água, o plástico se dissolve assim mesmo, porque serve de alimento para microorganismos encontrados na natureza. Não há desculpas para nós brasileiros não estarmos igualmente preocupados. Mau exemplo: lixão em SP recebe 250 toneladas por dia com a multiplicação indiscriminada de sacos plásticos na natureza. O país que sediou a Rio-92 (Conferência Mundial da ONU sobre Desenvolvimento e Meio Ambiente) e que tem uma das legislações ambientais mais avançadas do planeta, ainda não acordou para o problema do descarte de embalagens em geral, e dos sacos plásticos em particular. É preciso declarar guerra contra a plasticomania e se rebelar contra a ausência de uma legislação específica para a gestão dos resíduos sólidos. Há muitos interesses em jogo. Qual é o seu?

FRASES E PENSAMENTOS SOBRE A NATUREZA

Acesso as 11.34 dia 27/12 http://www.oeco.com.br/multimidia/biblioteca/25548-melhores-frases-e-pensamentos-sobre-a-natureza “A natureza criou o tapete sem fim que recobre a superfície da terra. Dentro da pelagem desse tapete vivem todos os animais, respeitosamente. Nenhum o estraga, nenhum o rói, exceto o homem.” Monteiro Lobato

VEJAM QUE LINDO É A SABEDORIA INDÍGENA

Acesso as 11.29 dia 27/12 “Só quando a última árvore for derrubada, o último peixe for morto e o último rio for poluído é que o homem perceberá que não pode comer dinheiro.” Provérbio Indígena

PARA REFLETIR

Acesso as 11.25 dia 27/12 http://www.oeco.com.br/multimidia/biblioteca/25548-melhores-frases-e-pensamentos-sobre-a-natureza Entre as imagens que mais profundamente marcaram minha mente, nenhuma excede a grandeza das florestas primitivas, poupadas da mutilação pela mão do homem. Ninguém pode passar por essas solidões intocado, sem sentir que existe mais dentro do homem do que a mera respiração do seu corpo”. Charles Darwin

FRASES E PENSAMENTOS SOBRE A NATUREZA P/ REFLETIR

Acesso as 11.21 dia 27/12 http://www.oeco.com.br/multimidia/biblioteca/25548-melhores-frases-e-pensamentos-sobre-a-natureza A natureza pode suprir todas as necessidades do homem, menos a sua ganância.” Mahatma Gandhi

FRASES E PENSAMENTOS SOBRE A NATUREZA

Acesso as 11.18 - dia 27/12 http://www.oeco.com.br/multimidia/biblioteca/25548-melhores-frases-e-pensamentos-sobre-a-natureza A arte é a contemplação; é o prazer do espírito que penetra a natureza e descobre que a natureza também tem alma”. Auguste Rodin

FRASES E PENSAMENTOS SOBRE A NATUREZA

Acesso as 11.12 dia 27/12 http://www.oeco.com.br/multimidia/biblioteca/25548-melhores-frases-e-pensamentos-sobre-a-natureza “A arte é a contemplação; é o prazer do espírito que penetra a natureza e descobre que a natureza também tem alma”. Auguste Rodin
Acesso as 11.06 - dia 27/12 “Se por amor às florestas um homem caminha por elas metade do dia, corre o risco de ser considerado um vagabundo. Mas se usa seu tempo para especular, ceifando a mata e tornando a terra careca antes do que deveria, ele é visto como um cidadão industrioso e empreendedor”. Henry Thoureau

NATUREZA

Acesso as 11.02 - 27/12 http://www.oeco.com.br/multimidia/biblioteca/25548-melhores-frases-e-pensamentos-sobre-a-natureza Quando uma árvore é cortada ela renasce em outro lugar. Quando eu morrer quero ir para esse lugar, onde as árvores vivem em paz”. Tom Jobim

MELHORES FRASES E PENSAMENTOS SOBRE A NATUREZA

Acesso as 1.57 hs dia 27/12 http://www.oeco.com.br/multimidia/biblioteca/25548-melhores-frases-e-pensamentos-sobre-a-natureza “No começo pensei que estivesse lutando para salvar seringueiras, depois pensei que estava lutando para salvar a Floresta Amazônica. Agora, percebo que estou lutando pela humanidade”. Chico Mendes

Óleo de cozinha vira combustível

Acesso as 10.13 dia 27/12 http://www.oeco.com.br/reportagens/25547-oleo-de-cozinha-vira-combustivel Você acha que o óleo vegetal depois de usado não tem mais utilidade? Não sabe como descartá-lo e acaba juntando potes de óleo usados ou até mesmo jogando no ralo e poluindo os cursos d’água? Pois saiba que ele pode virar um ótimo combustível para o seu carro, barato e pouco poluente, além de deixá-lo livre das idas recorrentes ao posto de gasolina. No Rio Grande do Sul, o ecologista Paulo Roberto Lenhardt foi o primeiro a instalar um sistema que permite ao motor a diesel funcionar com óleo vegetal. Desde ANO, ele passou a reciclar o óleo vegetal utilizado e adaptou a sua S10, motor MWM 2.8 turbo, para funcionar também com esse produto que seria descartado. “Na verdade a questão do uso do óleo vegetal como combustível é muito antiga, eu não inventei nada. O motor a diesel foi apresentado em 1910 com a finalidade de utilizar o óleo vegetal. Como era um combustível de baixo custo, com possibilidade de cada pessoa ser auto-suficiente, desafiou a indústria do petróleo, que se sentiu ameaçada e reagiu, criando a necessidade do uso do óleo diesel”

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

MENSAGEM DE NATAL E ANO NOVO

Acesso as 19.01 dia 23/12 http://www.mensagenscomamor.com/mensagens_de_natal.htm

Um momento doce e cheio de significado para as nossas vidas.
É tempo de repensar valores, de ponderar sobre a vida e tudo que a cerca.
É momento de deixar nascer essa criança pura, inocente e cheia de esperança que mora dentro de nossos corações.
É sempre tempo de contemplar aquele menino pobre, que nasceu numa manjedoura, para nos fazer entender que o ser humano vale por aquilo que é e faz, e nunca por aquilo que possui.

Noite cristã, onde a alegria invade nossos corações trazendo a paz e a harmonia.

O Natal é um dia festivo e espero que o seu olhar possa estar voltado para uma festa maior, a festa do nascimento de Cristo dentro de seu coração.
Que neste Natal você e sua família sintam mais forte ainda o significado da palavra amor, que traga raios de luz que iluminem o seu caminho e transformem o seu coração a cada dia, fazendo que você viva sempre com muita felicidade.

Também é tempo de refazer planos, reconsiderar os equívocos e retomar o caminho para uma vida cada vez mais feliz.
Teremos outras 365 novas oportunidades de dizer à vida, que de fato queremos ser plenamente felizes.

Que queremos viver cada dia, cada hora e cada minuto em sua plenitude, como se fosse o último.
Que queremos renovação e buscaremos os grandes milagres da vida a cada instante.
Todo Ano Novo é hora de renascer, de florescer, de viver de novo.
Aproveite este ano que está chegando para realizar todos os seus sonhos!

FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO PARA TODOS!

NATAL COM JESUS

Acesso as 18.53 dia 23/12 http://www.mensagenscomamor.com/datas-especiais/mensagens_de_natal_religiosas.htm

Vim pra ficar na tua casa.

Eu vim ao mundo, numa noite fria e eis que nasci em uma pobre manjedoura pois não havia lugar para mim na hospedaria.
Mesmo diante das circunstâncias que o mundo me ofereceu, recebi um profundo amor de Maria e José, meus pais, que antes do meu nascimento prepararam tudo para a minha chegada.

O tempo foi passando e fui crescendo em sabedoria e humildade, e fiz a minha opção em buscar as coisas do Pai.

Em virtude desta minha escolha vieram muitas coisas boas, realizei curas, milagres, prodígios, com isso muitas pessoas mudaram de vida, se converteram, passaram a crer em Deus e suas vidas se modificaram. Mas ao aceitar os planos do Criador em minha história, apareceram as dificuldades, tribulações e sofrimentos que me levaram a morte na Cruz.

Apesar de tudo o que passei, se fosse necessário faria tudo novamente, pois o Pai jamais me abandonou, e me ensinou que o significado do amor está em dar a vida por amor ao próximo, e é perdendo que se ganha a eternidade.

E esta é minha história que se comemora todo ano, recordando o menino que veio salvar o que estava perdido, e você pode se tomar um Salvador de Almas, acolhendo a estas palavras e deixando que eu entre em seu coração.

"Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei, e ele comigo." Ap 3,20.

"Não temas; de agora em diante serás pescador de homens." Lc 5,10.

Um Santo Natal e que Jesus e Maria abençoem você e sua família.

E que venha um Ano Novo cheio de paz.

NATUREZA

Acesso as 18.48 dia 23/12 http://www.mensagenscomamor.com/frases_sobre_natureza.htm

"A natureza criou o tapete sem fim que recobre a superfície da terra. Dentro da pelagem desse tapete vivem todos os animais, respeitosamente. Nenhum o estraga, nenhum o rói, exceto o homem." - Monteiro Lobato

NATUREZA

Acesso as 18.43 dia 23/12 http://www.mensagenscomamor.com/frases_sobre_natureza.htm

"Cada dia a natureza produz o suficiente para nossa carência. Se cada um tomasse o que lhe fosse necesário, não havia pobreza no mundo e ninguém morreria de fome." - Mahatma Gandhi

Planetinha Verde” faz sucesso em Ribeirão Preto

Acesso - 23/12 - 18.27 http://vamostiraroplanetadosufoco.org.br/%e2%80%9cplanetinha-verde%e2%80%9d-faz-sucesso-em-ribeirao-preto/

A população de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, aprovou a mascote da Campanha Vamos Tirar o Planeta do Sufoco da cidade. O “Planetinha Verde” visitou o calçadão de Ribeirão e os supermercados Fratucci e Savegnago chamando a atenção de crianças e adultos. Os consumidores também receberam informações sobre a substituição das sacolas descartáveis e ganharam sacolas reutilizáveis para as suas compras.

Na cidade, mais de 35,6 milhões de sacolas são descartadas por mês. Os números causam impacto: anualmente os 605 mil habitantes da cidade utilizam 431 milhões de sacolas. O setor busca conscientizar a população contra o descarte irracional de materiais, incentivando o uso de embalagens ecológicas.

Os supermercados já disponibilizam essas alternativas sustentáveis, e em 25 de janeiro, acompanhando todo o Estado de São Paulo, deixarão de distribuir as sacolas descartáveis. Na cidade, uma parceria com a Ong Amigos do Bem trouxe as ecobags da entidade para as lojas. Elas são vendidas a preço de custo.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Sacolas Reútilizaveis

Acesso as 15.23 - 19/12 http://vamostiraroplanetadosufoco.org.br/tag/sustentabilidade/

"A natureza é grande nas coisas grandes e grandíssima nas pequeninas." ( Saint-Pierre )

75% da população paulista participa da Campanha

Acesso as 14.57 - 19/12 http://vamostiraroplanetadosufoco.org.br/75-da-populacao-paulista-participa-da-campanha/

Substituir as sacolas descartáveis por reutilizáveis é um gesto simples e sustentável. A adoção desta prática, incentivada pela Campanha Vamos Tirar o Planeta do Sufoco, requer uma mudança de comportamento nos consumidores e no setor supermercadista. Mais de 100 cidades paulistas já compreenderam a importância da redução do descarte irracional de sacolas e iniciaram ações de conscientização. Esses municípios, parceiros da APAS na Campanha, representam 75% da população de todo o Estado de São Paulo, com mais de 40 milhões de habitantes.

Os consumidores de Jundiaí comprovaram: a adaptação à mudança foi muito fácil para quase metade da população. Além da facilidade, o uso das sacolas reutilizáveis traz grandes benefícios ao meio ambiente. Reduz consideravelmente a quantidade de resíduos dos lixos e impede a má utilização das sacolas, que muitas vezes acarretam em enchentes e asfixia de animais. Na cidade, escolhida como modelo para a Campanha, 86% das pessoas consideraram um bem para a sociedade a ação. Os números são de uma pesquisa do APAS/Ibope Inteligência.

“Falta pouco para darmos um passo fundamental no próximo dia 25 de janeiro, quando deixaremos de distribuir sacolas descartáveis em todas as lojas do estado de São Paulo. Depois de festejar as boas vendas, vamos festejar o sucesso da nossa campanha Vamos Tirar o Planeta do Sufoco”, disse o presidente da Associação Paulista dos Supermercados (APAS) João Galassi.

A prática não é nova. Campanhas semelhantes já foram desenvolvidas em vários países, como África, África do Sul, Alemanha, Austrália, Bangladesh, China, Dinamarca, EUA, França, Irlanda, Israel, Itália e Suíça. No Brasil, o Estado de São Paulo será modelo, e a Campanha ganhará força em outros estados.

Já utilizou sacolas ecológicas para transportar suas compras? Os supermercados paulistas disponibilizam a alternativa sustentável a preço de custo, e muitos incentivam, inclusive, a prática por meio de campanhas promocionais e descontos. Participe das mídias sociais da Campanha e conte sua experiência.

Campanha incentiva uso de sacolas reutilizáveis no Brasil

Acesso as 14.04 - 19/12 http://vamostiraroplanetadosufoco.org.br/campanha-incentiva-uso-de-sacolas-reutilizaveis-no-brasil/

O Brasil está conhecendo a prática sustentável de substituição das sacolas descartáveis por reutilizáveis. Um vídeo produzido pela Associação Paulista de Supermercados (APAS), em parceria com a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e o Ministério do Meio Ambiente (MMA), incentiva a prática sustentável neste fim de ano, época de Natal e Ano Novo. A ação tem a campanha do setor de supermercados paulista como exemplo.

“A sinergia entre as entidades é de grande importância para o sucesso da prática sustentável. O vídeo relaciona o Natal com a sustentabilidade, importante bandeira da APAS”, disse o presidente da APAS João Galassi. “A Campanha Vamos Tirar o Planeta do Sufoco é um sucesso. Todo o Estado de São Paulo participa. O setor paulista é pioneiro nesta medida e está se tornando modelo sustentável para o Brasil”, completou.

No vídeo, a repórter sugere a utilização das sacolas reutilizáveis no momento das compras. Ela pede que os clientes levem de casa suas embalagens, e que também presenteie amigos e familiares com uma unidade do produto. A propaganda faz ainda referência a um ícone do Natal, o Papai Noel. “O Papai Noel sempre lembrou de usar sacola reutilizável. Agora é a sua vez de usar”, diz ela.

Mais de cem cidades paulistas já aderiram a Campanha, inclusive a capital. No dia 25 de janeiro de 2012, os supermercadistas e a população darão um grande passo para o consumo consciente.

A leveza sustentável da Economia Criativa

Aceso as 13.36 - 19/12 http://sustentabilidade.allianz.com.br/?1695/a-leveza-sustentavel-da-economia-criativa

Não é o petróleo, não é a água, não é o aço. Felizmente. O insumo de uso crescente nos dias de hoje se chama criatividade, um combustível renovável cuja expansão está diretamente ligada à intensidade do consumo. É este combustível que move a economia criativa, a resposta a um tempo que não pode mais depender de commodities finitas, processos destrutivos e sistemas de troca pouco justos. Um setor capaz de propiciar riqueza e, ao mesmo tempo, contribuir para termos um modo de vida mais inclusivo e sustentável.

Ao contrário das estruturas econômicas tradicionais, a economia criativa tem origem em algo intangível - a habilidade individual de usar a criatividade e o conhecimento para criar produtos e serviços inovadores, inspirados pela arte e a cultura. Instalado em um home office, uma cozinha ou uma garagem, alguém pode bolar uma ideia, despertar o interesse de inúmeras pessoas e viver muito bem com a renda que a atividade proporciona, enquanto sua ideia se expande em rede e leva à criação de emprego e salário para outras pessoas e a novas atividades comerciais.

É o que acontece com o design, a moda, a culinária, a música, o audiovisual, o ensino e o artesanato. Com a ajuda da tecnologia e de processos inovadores de gestão e difusão, resultam em games, festas populares, eventos culturais, aplicativos para celulares, filmes, softwares, shows, educação à distância.

Ao se unir a técnica ancestral de cestaria de uma comunidade ao design e à tecnologia, o produto potencializa a capacidade de circulação e renda contínua. Paraty era apenas uma cidade turística até compreender o benefício de aliar natureza, tradições e cultura, reinventando-se como um dos mais atraentes destinos do país com a ajuda de inúmeros profissionais e empresas movidos à criatividade.

As possibilidades não têm limites para a economia criativa, pois são atividades inseridas no estilo de vida das sociedades contemporâneas e têm tudo a ver com nossa rotina social, cultural e intelectual. Não se trata de um elemento novo. Aliás, a criatividade acompanha a história da humanidade desde sempre. A novidade está no reconhecimento dos seus frutos como um ativo econômico em si, que deve ser mensurado, precificado e integrado às cadeias produtivas. Isto faz toda a diferença, pois possibilita que receba tratamento de setor estratégico, com a inclusão em políticas públicas e acesso a planejamento, a crédito e a investimentos em formação e capacitação.

Embora ainda esteja carente de definições precisas e indicadores padronizados, o estudo Creative Economy Report 2010, produzido pela Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) mostra o dinamismo do setor, que avança a taxas de mais de 14% ao ano. Apenas as exportações de produtos criativos em todo o mundo foram estimadas em US$ 592 bilhões em 2010.

Benefícios econômicos à parte, a economia criativa começa a ser vista como sinal de uma nova mentalidade de produção e consumo, afinada com as urgências de uma agenda sustentável. O impacto da criatividade fortalece os setores tradicionais da economia, caso da moda com a cadeia têxtil e de confecção e da arquitetura com a construção civil.

O reconhecimento da contribuição de seus produtores à atividade econômica do país faz com que eles se tornem visíveis para a sociedade. E assim, saiam da informalidade, sua companhia mais constante. O fenômeno ganha mais impacto quando se confirma que, além da capacidade de gerar empregos, a economia criativa também se destaca pela qualidade e remuneração destes postos de trabalho. Cada vez mais, médicos, engenheiros e advogados competirão com cozinheiros, músicos, artesãos, editores e designers no imaginário dos jovens na hora de escolher a futura profissão.

Serviço: construir um mundo melhor. Conheça os Negócios Sociais.

Acesso as 11.50 dia 19/12 http://aiesecadventures.wordpress.com/2011/11/09/servico-construir-um-mundo-melhor-conheca-os-negocios-sociais/

É comum se pensar nos vilões da era moderna como executivos engravatados fazendo rios de dinheiro enquanto destroem o meio ambiente e geram desigualdade social. Esse estereótipo é literalmente ensinado nas escolas, mas até que ponto é verdadeiro?

Será que é possível conciliar capitalismo e responsabilidade socioambiental? Mais do que isso, é possível acabar com a pobreza no mundo através de negócios?

O capitalismo é apenas a máquina, são pessoas que a movem. E assim como pessoas podem corromper máquinas teoricamente melhores, como o socialismo, as pessoas podem fazer de uma máquina antes vista como maléfica um instrumento para construir uma sociedade melhor.



Esse é o sentimento que embala a tendência atual chamada de Negócios Sociais.

Esse novo modelo tem surgido para solucionar um dilema antigo. De um lado, organizações com finalidade socioambiental, por não visarem lucro, dependem de investimentos externos para se manter, e em geral acabam tendo um impacto limitado por seus recursos escassos. Do outro, empresas privadas visam e obtém lucro sim, mas investem na responsabilidade social e ambiental apenas o suficiente para usá-la como estratégia de marketing.

E se houvessem empresas que usassem ferramentas de mercado, originalmente usadas para acumular riquezas, para minimizar ou resolver problemas socioeconômicos e ambientais?




Há diversos casos de sucesso usando esse modelo, dentre eles o Sistema de Atendimento Oftalmológico Aravind, fundado em 1976, na Índia, pelo cirurgião oftalmologista Govindappa Venkataswamy, o mais eficiente e o maior complexo de tratamento oftalmológico do mundo, que oferece tratamentos e cirurgias a preços extremamente acessíveis a populações mais carentes – o custo por operação é de US$ 50-100, comparado a US$ 2.600-3.000 nos EUA – e ainda assim com qualidade bastante superior.



Outro exemplo é o Grameen Bank, primeiro banco de microcrédito do mundo, fundado em 1976 pelo professor e Prêmio Nobel da Paz Muhammad Yunus, visando erradicar a pobreza no mundo. O banco já emprestou cerca de US$ 6 bilhões a mais de 7 milhões de pessoas em Bangladesh. É apenas um dos negócios do grupo Grameen, que conta hoje com mais de doze empresas sociais que oferecem serviços de telecomunicações, educação, nutrição e energia para a população de baixa renda em Bangladesh.

Há organizações que fomentam e auxiliam a formação de negócios sociais, no Brasil a Artemisia é um exemplo. O site contém ainda muitas informações sobre o assunto.

Foi-se o tempo em que empresas privadas eram as vilãs da desigualdade social e da destruição ambiental. A máquina do capitalismo pode girar para o outro lado, e muitos já estão trabalhando para isso. ”Entre ganhar dinheiro e fazer a diferença no mundo, escolha as duas.“

Vamos falar de sustentabilidade?

Acesso as 09.14 do dia 19/12 http://aiesecadventures.wordpress.com/2011/11/11/vamos-falar-de-sustentabilidade/

Termo muito usado nos últimos anos, nas mais variadas situações. Mas o que vem a ser sustentabilidade e o como ela pode mudar vidas ?

Segundo o portal Sustentabilidade.org.br , Sustentabilidade é um conceito sistêmico, relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana.

Propõe-se a ser um meio de configurar a civilização e atividade humanas, de tal forma que a sociedade, os seus membros e as suas economias possam preencher as suas necessidades e expressar o seu maior potencial no presente, e ao mesmo tempo preservar a biodiversidade e os ecossistemas naturais, planejando e agindo de forma a atingir pró-eficiência na manutenção indefinida desses ideais.

A sustentabilidade abrange vários níveis de organização, desde a vizinhança local até o planeta inteiro.

Um exemplo de ação sustentável é o projeto Reciclados.

O projeto tem como objetivo a contribuição com o processo de transformação social e o fortalecimento da consciência ambiental de comunidades de socialmente sensíveis, usando atividades sócio-ambientais e técnicas para gerar emprego e renda.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Setor supermercadista está unido pela sustentabilidade

Acesso as 17.08 dia 16/12 http://vamostiraroplanetadosufoco.org.br/setor-supermercadista-esta-unido-pela-sustentabilidade/

As três maiores redes de supermercados do País, os grupos Carrefour, Pão de Açúcar e Walmart, já confirmaram: apoiam a Campanha Vamos Tirar o Planeta do Sufoco e irão substituir em suas lojas as sacolas descartáveis. A notícia deu-se durante o evento de lançamento da Campanha em São Paulo, nesta quinta-feira (15 de dezembro) na sede da Prefeitura Municipal. Elas assinaram Termo de Cooperação com a Associação Paulista de Supermercados (APAS) e se uniram aos supermercados das mais de 100 cidades que aderiram à Campanha.

“Os supermercadistas sabem da importância desta atitude e estão preocupados com a preservação ambiental. Nossos mais de 1.200 associados em todo o Estado, que somam 2600 lojas, conscientizarão os consumidores e juntos farão uma grande diferença na natureza”, disse o presidente da APAS João Galassi.

Estiveram presentes no evento para a assinatura do termo o presidente do Grupo Pão de Açúcar Enéas Pestana, a vice-presidente de Sustentabilidade do Walmart Brasil Daniela de Fiori e o diretor Corporativo do Grupo Carrefour Armando Almeida, também diretor de Administração, Finanças, Ações Sociais e Patrimônio da APAS. “A APAS, a Prefeitura e o governo estadual estão de parabéns. Nós, empresas, temos que assumir o seu papel na sociedade e colaborar para um planeta melhor. Esta é uma ação que de fato faz diferença”, disse Enéas Pestana, convidando todos os supermercadistas a fazerem parte da Campanha.

O setor está unido pela causa. As lojas realizam campanhas internas de conscientização e incentivam os consumidores a utilizarem as sacolas reutilizáveis. Acesse aqui o material de divulgação da Campanha Vamos Tirar o Planeta do Sufoco.

Dia histórico: São Paulo lança campanha para substituição das sacolas

Acesso as 16.58 dia 16/12 http://vamostiraroplanetadosufoco.org.br/dia-historico-sao-paulo-lanca-campanha-para-substituicao-das-sacolas/

Dia 15 de dezembro de 2011 marca oficialmente o início de ações sustentáveis do setor supermercadista para a substituição das sacolas descartáveis em São Paulo. A maior cidade do país e da América do Sul e a quarta maior do mundo, com mais de 11 milhões de habitantes, consome mensalmente 664 milhões de sacolas descartáveis. Mas este número vai mudar: o setor supermercadista, o poder público, a população e ambientalistas estão unidos para conscientizar sobre o uso sustentável das embalagens. O presidente da Associação Paulista de Supermercados (APAS) João Galassi e o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab assinaram um Protocolo de Intenções, na Prefeitura Municipal, para a implantação da Campanha Vamos Tirar o Planeta do Sufoco na cidade.

“Este é um grande movimento de conscientização. Todo o Estado de São Paulo está mobilizado. O setor supermercadista quer adotar uma cultura sustentável, e torna-se referência no consumo consciente”, disse o presidente da APAS João Galassi, durante a assinatura do protocolo. O documento une a entidade e a Prefeitura de SP em ações de conscientização para o uso de sacolas reutilizáveis e reafirma o compromisso da capital na implantação da medida sustentável. “Este é apenas o começo de medidas a serem implantadas”, lembrou.

O incentivo ao uso de sacolas reutilizáveis não é algo novo na capital. Ainda em 2007, o prefeito Gilberto Kassab, em seu primeiro mandato, convidou a APAS para participar do evento “Eu não sou de plástico”, com o objetivo de educar a população para inibir o descarte irracional de materiais. Na época, a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente organizou um desfile de bolsas e sacolas de materiais diversos, desenvolvidas por estilistas famosos.

“A Prefeitura de São Paulo entra de corpo e alma na Campanha. A mudança de comportamento tem tudo para ser um sucesso, reunimos hoje aqui os poderes público, privado e organizações. A ação isolada pode parecer pouco, mas quando todos adotam a sustentabilidade, o impacto na natureza é muito grande”, afirmou o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab.

O secretário Estadual do Meio Ambiente Bruno Covas também participou do evento, representando o governador paulista Geraldo Alckmin. “O mundo está atuando nessa direção. Em janeiro, daremos um grande presente às futuras gerações, atuando em medidas efetivas que garantirão acesso aos recursos naturais futuramente”, ressaltou. De acordo com o Termo de Cooperação assinado com o governador Geraldo Alckmin em maio deste ano, dia 25 de janeiro é a data para o início da adoção desta prática. Para a cidade de São Paulo a data será ainda mais especial, pois comemorará 458 anos de fundação.

A Campanha

Mais de 100 cidades paulistas já compreenderam a importância da redução do descarte irracional de sacolas e iniciaram ações de conscientização. Esses municípios, parceiros da APAS na Campanha, representam 75% da população de todo o Estado de São Paulo, com mais de 40 milhões de habitantes.

Campanhas semelhantes já foram desenvolvidas em vários países, como África, África do Sul, Alemanha, Austrália, Bangladesh, China, Dinamarca, EUA, França, Irlanda, Israel, Itália e Suíça. No Brasil, o Estado de São Paulo será modelo e a Campanha ganhará força em outros estados, por meio de uma parceria da APAS com a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e o Ministério do Meio Ambiente (MMA).

Também estiveram presentes no evento de lançamento da Campanha Vamos Tirar o Planeta do Sufoco em São Paulo o secretário municipal de Verde e Meio Ambiente Eduardo Jorge; o secretário especial de Relações Governamentais Antonio Carlos Rizeque Malufe; o prefeito de Jundiaí Miguel Haddad; o diretor do Procon Jundiaí Antonio Augusto Giaretta; o deputado estadual e vice-presidente da APAS Orlando Morando; os diretores da entidade João Sanzovo (Sustentabilidade), Toni Gandra (Responsabilidade Ambiental), Carlos Ely (Relações Institucionais), Edivaldo Bronzeri (Convênios), Orides Russi (Mercado), Carlos Varandas (APAS Regional Baixada Santista), o superintendente da APAS Carlos Corrêa; o presidente do Grupo Pão de Açúcar Enéas Pestana; a vice-presidente de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade do Walmart Brasil, Daniela De Fiori; o diretor corporativo do Grupo Carrefour Armando Almeida, também diretor de Administração, Finanças, Ações Sociais e Patrimônio da APAS; o presidente da Associação Mineira de Supermercados (Amis) José Nogueira; o presidente da ONG Rede Nossa São Paulo Oded Grajew; a gerente de Desenvolvimento de Parcerias do Instituto Akatu Any Bittar; os secretários municipais Nelson Hervey Costa (Governo) e Marcos Belizário (Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida).

Veja que cuidados são necessários para planejar e montar uma estufa

Acesso as 16.47 dia 16/12 http://redeglobo.globo.com/globoecologia/noticia/2011/12/veja-que-cuidados-sao-necessarios-para-planejar-e-montar-uma-estufa.html

Para começar a montar uma estufa é importante pensar primeiro na cultura ou muda que será cultivada, já que isso vai determinar o material a ser usado nas laterais, cobertura, sistema de irrigação e acessórios. O professor da Faculdade de Engenharia Agrícola da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Roberto Testezlaf, e o engenheiro agrônomo Rhuanito Soranz Ferrarezi ressaltam os cuidados que o produtor deve ter no planejamento. “Em regiões mais frias, como na Região Sul do Brasil, as estufas devem ser mais baixas, fechadas e cercadas de plástico”, explica Roberto. Além disso, o professor afirma que em situações críticas de baixas temperaturas é preciso usar sistemas de aquecimento.


Mudas de plantas em estufa (Foto: Divulgação)Segundo Roberto, outro cuidado importante é com a irrigação, pois dependendo do sistema empregado as mudas podem perder excessivamente água e solução salina. “Essas perdas possuem o potencial de gerar impactos no solo e nas fontes de água da propriedade”, diz. Para iniciar a montagem de uma estufa é preciso que o agricultor escolha um terreno plano com boa drenagem, para que a água não escoe e não fique acumulada nas raízes. Outra dica é montar a estufa de acordo com os ventos predominantes da região. O site do Globo Rural disponibiliza um passo a passo de como montar uma.

Qual é o objetivo de uma estufa de mudas? Ela reproduz as condições ideais de cultivo?
Estufas são estruturas que possibilitam o cultivo de plantas e mudas em ambiente protegido, que impedem o aproveitamento da água da chuva pelas culturas e permite o controle de variáveis climatológicas e, assim, reduz a incidência de pragas e doenças. A menor incidência de doenças determina uma menor frequência de aplicação de agroquímicos que levará a uma redução dos custos de produção. As estufas ajudam a regular a temperatura e umidade relativa do ambiente, possibilitando o cultivo das plantas com maior qualidade. O uso de estufas na produção de mudas simula as condições ideais de cultivo, possibilitando inclusive o controle da irrigação e da adubação das plantas. A produção de mudas sadias é a base do sucesso de qualquer plantação, pois a produtividade de qualquer cultura depende da capacidade das novas plantas em reproduzir as informações genéticas essenciais para o seu pleno desenvolvimento.




Modelo de uma estufa de mudas (Foto: Divulgação)Como funciona uma estufa?
A cobertura da estufa limita a entrada da água e controla a entrada de luz solar no seu interior, aumentando a temperatura e criando um ambiente propício para a produção das mudas. O meio de cultivo pode ser o solo, substrato ou mesmo soluções nutritivas, dos quais as plantas retiraram a água e os nutrientes fundamentais para seu crescimento. Resumindo, em uma estufa é possível controlar todos os elementos essenciais para que a planta se desenvolva de forma sadia, o que aumenta a rapidez na formação das mudas e a qualidade do produto final.

O que é necessário para montar uma estufa?
Uma estufa é formada por uma base de chão batido, pedra brita ou cimento, com pilares de madeira ou metal para sustentação da cobertura, que é composta geralmente de plástico para uso agrícola ou manta sombrite. A lateral da estufa pode também receber um desses materiais.

Qual o melhor local para essa estufa ser montada?
Para um melhor aproveitamento da luminosidade recomenda-se a instalação da estufa no sentido Norte-Sul. Entretanto, se o local de instalação sofrer com a incidência de ventos fortes, o sentido prioritário da construção deve ser a do vento predominante, que é um dos fatores que podem gerar danos à estrutura. Esse local deve apresentar disponibilidade de água e energia, de preferência ser isolado de outras áreas por quebra-ventos, o que ajuda a reduzir a incidência de pragas e doenças. Além disso, as estufas devem ser montadas perto dos centros consumidores, para que a produção possa ser comercializada facilmente.

Todas as espécies de mudas de planta podem ser cultivadas em estufas?
As plantas podem, em geral, ser divididas em hortaliças, frutíferas, tubérculos, florestais, medicinais, aromáticas, condimentares e cereais. Praticamente, todas as espécies de plantas podem ser cultivadas em estufa, mas atualmente predominam nesses ambientes aquelas que têm alguma dificuldade de crescer e se desenvolver em um ambiente com intempéries como sol, chuva, frio, e que precisam ser protegidas de ataques de insetos e patógenos.

Que cuidados com a água são necessários? De quanto em quanto tempo as mudas devem ser regadas?
A irrigação pode ser manual ou feita através sistemas de aspersão, gotejamento, leito flutuante ou subirrigação. O manejo da irrigação pode ser baseado na demanda hídrica diária das plantas, no uso de equipamentos que monitoram a umidade dos meios de cultivo ou baseada em uma escala de tempo, por exemplo: diária ou a cada dois dias. O momento de irrigar e o volume de água a ser aplicado variam conforme o tamanho e o estágio de crescimento da planta, a época do ano, a espécie vegetal e as condições climáticas.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

SANTANDER

Acesso as 11.16http://www.ecofuturo.org.br/investimento-reciclavel

A primeira experiência da instituição financeira para valorizar e profissionalizar o trabalho dos catadores foi aplicada no Nordeste, em parceria com o Centro de Estudos Socio-ambientais (PANGEA), há mais de três anos. O PANGEA é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), que possui uma extensa trajetória na execução de projetos no âmbito da cooperação internacional. Parte da experiência adquirida pelo Banco foi aplicada no Programa Investimento Reciclável.

INSTITUTO ECCO FUTURO

Acesso as 11.12 dia 15/2 http://www.ecofuturo.org.br/investimento-reciclavel

Desde 2001, o Instituto Ecofuturo oferece apoio às cooperativas de catadores, visando colaborar com a melhoria das condições de trabalho, ampliação da renda e melhoria da qualidade de vida. Em uma das cooperativas, a Coopamare, o Ecofuturo implantou uma Biblioteca Comunitária, com acervo de literatura acessado diariamente pelos catadores. A partir da ident ificação de que não existiam opções de crédito acessíveis às cooperativas e que essa condição limitava seu desenvolvimento, há dois anos a organização vem trabalhando junto a um de seus mantenedores, a Suzano Papel e Celulose, no desenvolvimento do Programa Investimento Reciclável; ao longo desse processo, encontrou no Banco Real e na Fundação Avina as parcerias necessárias para a criação conjunta de uma iniciativa sustentável que cumprisse o propósito de apoiar as cooperativas e associações de catadores.

PROGRAMA INVESTIMENTO RECICLÁVEL

Acesso as 11.05 dia 15/12 http://www.ecofuturo.org.br/investimento-reciclavel

O Programa Investimento Reciclável oferece apoio às cooperativas e associações de catadores de materiais recicláveis visando ao aprimoramento dos processos produtivos, ao aperfeiçoamento da gestão, ao aumento da produtividade e à consequente melhoria na geração de receita.
O Programa prevê o repasse de recursos financeiros para a aquisição de equipamentos, veículos, melhorias estruturais e capital de giro. Esses recursos são reembolsados em período de até 23 meses, sem a aplicação de juros. Independentemente do valor do financiamento, para cada cooperativa contemplada é realizado um curso em gestão do negócio, que leva em conta as particularidades do grupo em questão.
O Programa também pretende reduzir a dependência de intermediários (sucateiros) na comercialização dos recicláveis, visando à melhoria da receita, e contribuir com o acesso ao sistema de microcrédito disponível pelo sistema financeiro formal.
O Programa Investimento Reciclável é resultado de uma parceria entre a Suzano Papel e Celulose, o Grupo Santander, a Fundação Avina e a Fundação Banco do Brasil, com coordenação do Instituto Ecofuturo.

INVESTIMENTO RECICLÁVEL

Acesso 10.52 dia 15/12http://www.ecofuturo.org.br/investimento-reciclavel

“Recicla-se o lixo, recicla-se a madeira, recicla-se o papel, recicla-se tudo o que vem da natureza, mas será que o homem é reciclável?”
Jussilene Souza da Silva, 17 anos, Nova Viçosa (BA).Participante do 6.º Concurso de Redação Ler é Preciso

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

FRANCA UMA CIDADE HISTORICAMENTE ECOLÓGICA

Acesso as 10.27 dia 14/12 http://www.naturezavida.com.br/franca.asp

Em 1938 quando quase nada se discutia sobre preservação ambiental e pouco se sabia sobre tratamento de esgotos, o então prefeito de Franca na ocasião, Dr Antônio Barbosa Filho construía na região sul da cidade (onde hoje se localiza o jardim consolação ), na confluência dos córregos Cubatão e Bagres, a primeira estação de tratamento de esgotos da cidade pelo processo de decantação.

Surgia aí, uma sociedade que na época, já enxergava a água como um bem precioso e trataram de minimizar os efeitos da poluição que os esgotos da cidade causavam àqueles mananciais.

De lá para cá, muita coisa mudou. Com o avanço da tecnologia, a cidade conta hoje com uma das mais atualizadas estações de tratamento de esgotos, vista como uma referência mundial, construída com o que há de mais moderno em termo de recursos tecnológicos, com condições de coletar e tratar todo o esgoto que produz.

Dessa forma, para uma sociedade tradicionalmente preocupada com a preservação do meio ambiente, bem que valeria a pena atender as determinações da organização mundial de saúde que sugere no mínimo 12m2 de área verde por habitante, arborizando convenientemente também as ruas centrais da cidade, de preferência com algumas árvores frutíferas que, além de servirem de entretenimento e lazer para as pessoas e contribuírem para a purificação do ar que respiramos, estariam de certa forma, contribuindo também para o aumento da cadeia alimentar.

Como o poder público, não deve limitar suas ações apenas ao perímetro urbano do município, estender o benefício para o setor rural, arborizando as margens dos rios e córregos, de acordo com as suas características vegetais e necessidades específicas, estaria desta forma, contribuindo em muito para a restauração e preservação de suas nascentes; prevenindo o assoreamento dos seus leitos; evitando a erosão dos terrenos em beneficio de todos e, principalmente dos fazendeiros e sitiantes locais.

No momento em que o planeta sofre com o aquecimento global em função da poluição atmosférica, mostrar para o Brasil e para o mundo, que Franca com o seu pujante parque industrial de calçados, não só fabrica um dos melhores calçados do mundo, mas, que acima de tudo, é uma cidade ecologicamente correta, seria motivo de orgulho para todos nós.

Cabe aí uma reflexão por parte das nossas autoridades.

Franca 08 de março de 20007.

Jose Santana Lima

UM PLANETA CANSADO

Acesso as 10.09 dia 14/12http://www.naturezavida.com.br/planeta.asp

Para atender as necessidades do homem na sua capacidade de consumo, a natureza tem se desdobrado acima de sua capacidade de reprodução. Com o desenfreado consumismo incentivado pelo atual modelo econômico, o planeta dia-a-dia, vem mostrando sinais de cansaço e a natureza já demonstra que não suportará por muito tempo os maus tratos que vêm recebendo por parte do homem que, na ganância pelo acúmulo de riquezas, vira as costas para o problema e continua explorando, ao máximo, os seus recursos naturais, mais precisamente os seus recursos hídricos que já começam escassear-se.

Reflexões, manifestações surgem aqui e acolá a respeito do tema, mas são ações isoladas sem nenhum resultado prático. O tempo passa e cada vez mais nos aproximamos do abismo, sem que nenhuma providência seja tomada no sentido de minimizar o problema. Está na hora de agirmos efetivamente numa ação integrada e determinada, para legarmos um planeta saudável, com plena condição de vida às futuras gerações.

A água, por ser um produto comum a toda humanidade e indispensável à vida, deveria estar protegida por leis severas, elaboradas internacionalmente, prevendo punições rigorosas para quem as descumprissem.

A exemplo de instituições financeiras, que foram criadas a fim de promover o desenvolvimento dos países subdesenvolvidos, que tal criarmos uma robusta cooperativa em nível internacional, envolvendo o maior número possível de países, cujo nome seria: Organização Internacional Defensora do Meio Ambiente (OIDMA),com a finalidade exclusiva de auxiliar os países subdesenvolvidos na construção de infra-estrutura para o tratamento dos esgotos, tanto domésticos quanto industriais? Auxiliar no combate a miséria nas comunidades carentes que, de modo geral, exploram a natureza de maneira predatória, promovendo a retirada da sua vegetação natural para transformá-la em carvão, e assim, garantir miseravelmente a sobrevivência; no combate ao tráfico de animais silvestres e tantos outros danos mais; financiar programas de reflorestamento principalmente nas regiões ribeirinhas, onde se fizerem necessários, com vistas a restaurar e preservar mananciais e rios de água potável, bem comum a toda humanidade, imprescindível a vida no planeta?

Como criá-la é uma questão de vontade política para discutir as alternativas

OS CLIMAS

Acesso as 9.47 dia 14/12http://www.naturezavida.com.br/climas.asp

A manutenção dos climas nas diferentes regiões do planeta é fundamental para garantir o equilíbrio dos diferentes ecossistemas existentes na face da Terra.

Segundo o autor Hirome Nakata Marcos de Amorim Coelho em sua obra geografia geral 1986, climatologia é o estudo dos climas do globo. Esse estudo apóia-se fundamentalmente na observação dos tipos de tempo. Implica não só a observação, durante longos anos, dos elementos climáticos (temperatura, pressão atmosférica, massas de ar, ventos, umidade e precipitações atmosféricas) e dos fatores climáticos (latitude, altitude, continentalidade, etc.) como também a observação da circulação geral da atmosfera, levando-se em conta as posições características das frentes e das massas de ar.

O que o homem precisa saber é o que fazer para não alterá-los. A vegetação contribui e muito na manutenção desses fenômenos. Ocorre que grande parte da vegetação natural no planeta já foi e continua sendo devastada em ritmo assustador apontando para sérios riscos de desequilíbrio nos diferentes ecossistemas o que implicará conseqüências desastrosas para diferentes espécies de vida no planeta, inclusive a do próprio homem.

A sanha pelo enriquecimento imediato é voraz. Desmatar para plantar e produzir tudo aquilo que propicia o lucro imediato parece uma disputa entre os poderes econômicos. Mesmo em regiões onde a desertificação é vista como uma ameaça em caso de desmatamentos desordenados, a ação do homem vem sendo devastadora, quando deveria ser de reparação.

A NATUREZA PEDE SOCORRO

Acesso as 9.36 dia 14/12/2012http://www.naturezavida.com.br/natureza.asp

Os seres humanos continuam a devastar o planeta Terra, pondo em risco a sua própria existência, e a natureza, que não consegue se defender, já começa a se vingar ...





Desde que surgiu o homem no planeta, por volta de um milhão de anos, a Natureza vem sofrendo sucessivas modificações para dar a sustentação as suas necessidades.

Durante esse longo período da existência humana, só nos últimos duzentos anos, aproximadamente, é que começamos a perceber nosso descaso para com o meio ambiente.

A devastação cresce em ritmo acelerado, à medida que sofisticadas ferramentas de trabalho surgem na atividade agrícola, com o emprego de modernas tecnologias para atender o alto consumo.

Não há no globo terrestre um só lugar onde não esteja presente a ação do homem, seja pela sua presença física, ou pelo efeito da poluição deixada pela fumaça das máquinas voadoras, lá está sua marca..

A Terra está cansada, a Natureza pede socorro. A ganância por mais riquezas ensurdece os homens tornando-os insensíveis. Muito se fala em preservar o meio ambiente, mas pouco se faz. Os seres humanos apossaram-se do planeta, retalharam-no entre si, criaram os seus símbolos cada um a sua maneira, e cada um, no seu espaço, faz o que bem entende; são soberanos (até ai compreensível), mas será que são só os humanos que necessitam do planeta Terra para viver e perpetuar a espécie?

Claro que não. É bom pararmos para refletir antes que seja tarde; um descuido poderá levar o barco ao naufrágio com todos os seus tripulantes. E foi assim que, a Natureza cansada de sofrer, resolveu entrar na luta tentando se defender. A construção de uma bandeira para homenagear o planeta simboliza a união de todos os seres vivos na face da Terra (inclusive o Homem) e a instituição de um órgão, tal como a Organização Internacional Defensora do Meio Ambiente (OIDMA), parece ser a solução encontrada “pelos animais” para salvação da Natureza.

Os bichos fizeram sua parte. Criaram o mais significativo símbolo, aventaram para a possibilidade da criação da OIDMA, resta encontrar guardião que os tenha como ponto de partida para a criação de leis e regras comuns a todos os seres humanos, que venham disciplinar o uso de maneira racional, desse pedaço do Universo, em que Deus, na sua infinita bondade, concedeu a vida.

COMO EVITAR QUEIMADAS

Acesso as 9,18 dia 14/12 http://paranaiba.fm.br/index.php?option=com_content&view=article&id=30:como-evitar-queimadas-&catid=19:dicas-de-preservacao

Segundo dados do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), durante o período de junho a novembro, grande parte do país é acometido por queimadas, que se estendem praticamente por todas as regiões, com maior ou menor intensidade. O fogo é normalmente empregado para fins diversos na agropecuária, na renovação de áreas de pastagem, na remoção de material acumulado, no preparo do corte manual em plantações de cana-de-açúcar etc. Trata-se de uma alternativa geralmente eficiente, rápida e de custo relativamente baixo quando comparada a outras técnicas que podem ser utilizadas para o mesmo fim. Os Estados que, tradicionalmente, apresentam maior número de focos de calor são Mato Grosso e Pará.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Já somos 7 bilhões de pessoas. E agora?

Acesso as 16.10 dia 19/12 http://www.mundosustentavel.com.br/2011/10/ja-somos-7-bilhoes-de-pessoas-e-agora/

Em apenas dois séculos a população do planeta se multiplicou por sete. Quais os principais desafios de vivermos em um mundo onde a população deverá chegar a 10 bilhões de pessoas ainda neste século

O que o Espiritismo e a Ecologia têm em comum

Acesso as 16.02 dia 19/12 http://www.feblivraria.com.br/Livros/Ciencia/Espiritismo-e-ecologia.html?acao=DT&prod_id=134511&dep=1190&secao=4357&pedido=15976157&codbar=9788573286359

O leitor se surpreenderá com as muitas afinidades existentes entre essas duas áreas do conhecimento que surgiram na mesma região do planeta há aproximadamente 150 anos, e que hoje despertam interesse e curiosidade crescentes.

Espíritas e ecologistas utilizam a visão sistêmica para defender a biodiversidade, o uso sustentável dos recursos naturais, o consumo consciente, a primazia dos projetos coletivos em detrimento do individualismo.

São tantas as afinidades, que certas obras espíritas poderiam perfeitamente embasar alguns postulados ecológicos.

“Já em sua 3ª edição, o livro traz duas supernovidades: uma mensagem inédita de Emmanuel, psicografada por Chico Xavier, e um capítulo sobre a ecologia na obra de Chico Xavier!”

SUSTENTABILIDADE

Acesso as 15.48 dia 19/12 http://www.mundosustentavel.com.br/espiritualidade/

Que o nosso tempo seja lembrado pelo despertar de uma nova reverência face à vida, por um compromisso firme de alcançar a sustentabilidade, pela rápida luta pela justiça e pela paz, e pela alegre celebração da vida”.

Carta da Terra
Paris, março de 2000
Texto de Maria Inês Carniato, Bacharel em Filosofia, Mestra em Teologia, e especializada em Comunicação, é autora de livros didáticos de Ensino Religioso, na área de Diálogo inter-religioso e Ecumenismo. Atualmente é diretora de redação da revista Diálogo de Ensino Religioso.

Água na Bíblia
(diálogo.redacao@paulinas.com.br).

ALLAN KARDEC

Acesso as 15,42 dia 19/12http://www.mundosustentavel.com.br/espiritualidade/

A Terra produziria sempre o necessário, se com o necessário soubesse o homem contentar-se. Se o que ela produz não lhe basta a todas as necessidades , é que ele a emprega no supérfluo o que poderia ser empregado no necessário”.

Allan Kardec
Livro dos Espíritos – cap. V, da Lei de Conservação

CHANCES DE SALVAMENTO

Acesso as 15.25 dia 19/12http://www.mundosustentavel.com.br/espiritualidade/

Há chance de salvamento. Mas para isso devemos percorrer um longo caminho de conversão de nossos hábitos cotidianos e políticos, privados e públicos, culturais e espirituais. A degradação crescente de nossa casa comum, a Terra, denuncia nossa crise de adolescência. Importa que entremos na idade madura e mostremos sinais de sabedoria. Sem isso, não garantiremos um futuro promissor”.

Compromissos da Pastoral da Ecologia

Acesso as 14.43 dia 19/12 http://www.mundosustentavel.com.br/espiritualidade/

João Paulo II, muitas vezes apelidado de “O Papa Ambientalista” questiona: “como ficar indiferentes diante das perspectivas dum desequilíbrio ecológico, que torna inabitáveis e hostis ao homem vastas áreas do planeta?”. E acrescenta: “É urgente uma educação sobre a responsabilidade ecológica… O tema da proteção do Ambiente merece uma extrema atenção e reveste-se verdadeiramente de uma altíssima importância no momento atual da história e do desenvolvimento do nosso mundo moderno”.

Pastoral da Ecologia e do Meio Ambiente /SP

MUNDO SUSTENTÁVEL

Acesso as 14.34 dia 19/12http://www.mundosustentavel.com.br/espiritualidade/

“A destruição da natureza resulta da ignorância, cobiça e ausência de respeito para com os seres vivos do planeta.(…) Muitos dos habitantes da Terra: animais, plantas, insetos e até microorganismos que já são raros ou estão em perigo, podem tornar-se desconhecidos das futuras gerações. Nós temos a capacidade, nós temos a responsabilidade. Nós precisamos agir antes que seja tarde”.

Sua Santidade, o Dalai Lama
“Uma Abordagem Ética da Proteção Ambiental”

JORNALISMO AMBIENTAL

Acesso as 14.20 dia 19/13http://www.mundosustentavel.com.br/jornalismo-ambiental/

O que se convencionou chamar de Jornalismo Ambiental não é um conceito fechado. Entendo o Jornalismo Ambiental como um gênero de cobertura bastante sensível aos estragos causados por um modelo de desenvolvimento que vem exaurindo, em velocidade assustadora e numa escala sem precedentes, os recursos naturais não renováveis do planeta, com impactos negativos sobre a qualidade de vida da população

Meio ambiente e sacolas plásticas: a atitude do cliente do varejo

Acesso as 14.10 dia 19/12http://ww.aedb.br/seget/artigos08/343_Sacola_Plasticas.pdf

As sacolas plásticas causam vários danos ao meio ambiente, tais como a contaminação do
lençol freático, em virtude dos metais pesados que compõem o plástico; além disso, há vários
estudos que alertam para a longa (cem anos) durabilidade do plástico na natureza. O presente
trabalho apresenta os resultados de pesquisa exploratória e descritiva, que visa conhecer a
atitude de clientes do varejo em relação à sacola plástica (constituída de plástico fino) ofertada
nos pontos de venda do varejo da cidade de São Paulo, bem como as medidas adotadas até o
momento, no Brasil e em outros países, para coibir a oferta e o uso desse produto.
Uma amostra acidental (não-probabilística), constituída por 250 pessoas, colhida em locais de
grande afluxo de pessoas da região de Santo Amaro, embasou o estudo da atitude do cliente do
varejo. A pesquisa bibliográfica realizada, notadamente em sites de notícias da Internet, revelou
as principais ações empreendidas em várias partes do mundo, para proteção do meio ambiente
em relação aos efeitos nocivos das sacolas plásticas.
Os resultados deste trabalho poderão ser úteis para orientar a elaboração de políticas de
preservação ambiental por parte do governo e iniciativa privada no Brasil.
Palavras-chave: sacola plástica, meio ambiente, atitude do consumidor de São Paulo

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Jogos Online sobre Meio Ambiente e Sustentabilidade

Acesso 01.21 hs. dia 10/12 http://meumundosustentavel.com/assuntos/temas/aquecimento-global/

O EcoDesenvolvimento.org.br disponibilizou em seu site essa lista de jogos online sobre meio ambiente e sustentabilidade! Virtonomics Categoria: Economia Desenvolvido por: Virtonomics O jogo on-line Virtonomics simula como um empresário deve fazer para gerir uma grande empresa. Ele é direcionado para aqueles que entendem sobre as leis da economia, negócios, finanças e querem conhecer pessoas [ Read More ]

Desafio Sebrae de 2011 será sobre Veículos Sustentáveis

Acesso 01.14 dia 10/12 http://meumundosustentavel.com/assuntos/temas/aquecimento-global/

Hoje, começam as inscrições para a 12ª edição do Desafio Sebrae, um jogo virtual destinado à universitários que tem como objetivo simular o dia-a-dia de uma empresa. Esse ano, os participantes terão que administrar uma indústria de bicicletas, um meio de transporte ecologicamente eficiente do ponto de vista do planeta e da vida de cada [ Read More ]

CINCO FATOS SOBRE A AGUA

Acesso as 00.54 dia 10/12 http://meumundosustentavel.com/noticias/cinco-fatos-sobre-a-agua-que-voce-pode-nao-saber

Cinco fatos sobre a água que A água está em toda parte, certo? Na verdade, para um recurso tão abundante, água limpa é surpreendentemente escassa. Menos de 1% de toda água doce é acessível para ...

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Desmatamento na Amazônia registra menor taxa em 24 anos

Acesso as 16.04 dia 08/12http://www.ressoar.org.br/dicas.asp

Entre agosto de 2010 e julho de 2011, a Amazônia perdeu 6.238 quilômetros quadrados (km²) de floresta. É a menor taxa anual de desmate registrada pelo Inpe, desde o início do levantamento, em 1988.

PROJETO NOVO CANAÃ

Acesso as 15.39 - dia 08/12 http://www.ressoar.org.br/projetos.asp

O Projeto Nova Canaã vem plantando vida numa região que precisava de quase tudo. O projeto levou água para o sertão da Bahia. Com a água, veio a vida. E com a vida, a educação. Por dia mais de 700 crianças são atendidas. Elas recebem refeições, kit de higiene, material didático e uniforme, além de ter acesso a cultura e lazer.

Senado aprova projeto do novo Código Florestal Brasileiro

Acesso as 15.10 dia 08/12 http://www.ressoar.org.br/dicas_meio_ambiente_senado_aprova_novo_codigo_florestal.asp

Foram mais de seis horas de discussão, nas quais o relator Jorge Viana (PT-AC) acatou 26 emendas e rejeitou outras 60, mas o plenário do Senado aprovou às 23h10 de terça-feira, 6 de dezembro, por 59 votos contra 7, o texto-base do projeto do novo Código Florestal Brasileiro.

Entre as emendas acolhidas por Viana, apenas três trazem acréscimos relevantes ao texto. A primeira delas trata de bacias hidrográficas e determina que, quando elas estiverem em situação crítica de desmatamento, o governo poderá aumentar o percentual de recuperação das áreas de preservação permanente.

A segunda emenda considerada relevante pelo relator e pelo governo trata de critérios para produção em apicuns – que são vegetações que convivem com os mangues. As atividades produtivas que até então estavam proibidas no texto, passarão a ser permitidas em até 10% da área do apicum na Amazônia e em até 35% em outros biomas.

A terceira emenda permite aos estados que tiverem mais de 65% de suas áreas em unidades de conservação, como terras indígenas ou florestas, reduzir de 80% para 50% a Reserva Legal que precisa ser mantida pelas propriedades rurais. A necessidade dessa redução, no entanto, precisa ser apontada pelo Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE) e aprovada pelos conselhos estaduais de meio ambiente.

Depois de ser analisado em uma série de comissões no Senado, o projeto do novo Código Florestal modifica pontos do texto que desagradavam aos ruralistas, tais como a conversão de multa apenas para pequenos agricultores e donos de terras com até quatro módulos fiscais autuados por desmatamento até julho de 2008. Com a nova redação, os benefícios passam a valer para grandes propriedades rurais que desmataram sem autorização ou licenciamento até julho de 2008.

Listamos outras conclusões importantes do projeto aprovado:

- Jorge Viana manteve o texto aprovado pela Câmara que determina a obrigação de recompor margens de rios em pelo menos 15 metros de mata ciliar para rios até 10 metros de largura, porém, estabeleceu que a obrigação, para propriedades com até quatro módulos fiscais, não poderá exceder 20% da área da propriedade;

- Com a modificação, fica assegurada a todas as propriedades rurais a manutenção de atividades em margens de rios consolidadas até 2008;

Para propriedades maiores que quatro módulos fiscais com áreas consolidadas nas margens de rios, os conselhos estaduais de meio ambiente estabelecerão as dimensões mínimas obrigatórias de matas ciliares, também respeitando o limite correspondente à metade da largura do rio, observando o mínimo de 30 metros e máximo de 100 metros.

- Para a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, o novo código aprovado pelo Senado representa um avanço. Ela compareceu ao Senado no fim da votação e admitiu que o governo precisará encontrar uma nova forma de trabalhar para coibir o desmatamento e promover o reflorestamento. “Mais do que fiscalização, ele [o código] promove um maior controle social. Ele prevê, por exemplo, a suspensão do crédito para os produtores que estiverem irregulares com as questões ambientais”, destacou à Agência Brasil.

O texto agora seguirá para a Câmara, onde precisará ser apreciado novamente, uma vez que recebeu mudanças no Senado. Lá, os deputados irão votar se acatam integral ou parcialmente o substitutivo do relator Jorge Viana. Eles podem ainda rejeitar completamente o texto do Senado e retomar o projeto original aprovado na Casa. Depois, o documento será encaminhado para sanção ou veto da presidente da República, Dilma Rousseff.


Fonte: Portal EcoD.

Sincomerciários de Ribeirão apoia Campanha na cidade

Acesso as 11.57 dia 08/12 http://www.vamostiraroplanetadosufoco.org.br/sustentabilidade/195-sincomerciarios-de-ribeirao-apoia-campanha-na-cidade

A cidade de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, conscientiza seus consumidores para a substituição das sacolas descartáveis por reutilizáveis a partir de janeiro de 2012. O Sincomerciários da cidade é parceiro da APAS na iniciativa e integra um grupo sustentável formado por empresários do setor supermercadista, da Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (ACIRP), do Sindicato do Comércio Varejista (Sincovarp), do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) e também a Prefeitura Municipal.

“O Sincomerciários conta com uma diretoria de 50 membros, 140 funcionários e representa aproximadamente 50 mil comerciários. Atacadistas, varejistas, farmácias, drogarias, distribuidoras de medicamentos, supermercados, hipermercados, shopping centers e concessionárias de veículos estão entre nossos representantes”, disse a presidente do Sincomerciários de Ribeirão Preto e Região Santa Regina Pessoti Zagretti.

“Ribeirão Preto tem um importante aliado para a mudança de comportamento sustentável”, afirmou o diretor da APAS Regional Ribeirão Preto Tiago Albanezi, durante visita à sede do Sincomerciários. O encontro também contou com a presença do vice-diretor do Sincomerciários Oscar Gonçalves. “Divulgaremos a campanha na sede do Sindicato e subsedes, e também em nosso jornal, que possui uma tiragem de 16 mil exemplares, atingindo mensalmente um grande contingente de pessoas”, informou a presidente Santa Regina Pessoti Zagretti.

ATO SÃO PAULO PELO MEIO AMBIENTE

Acesso as 11.36 dia 08/12http://www.vamostiraroplanetadosufoco.org.br/index.php?start=3

O setor supermercadista do Estado de São Paulo realizará um grande ato público em favor da sustentabilidade. No próximo dia 15 de dezembro, às 11h30, a Campanha Vamos Tirar o Planeta do Sufoco reunirá na Praça Victor Civita - Museu Aberto da Sustentabilidade (zona oeste de São Paulo) supermercadistas, consumidores, prefeitos, demais autoridades públicas, entidades e Ongs que incentivam a substituição das sacolas descartáveis por reutilizáveis nos supermercados. Na ocasião, o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab também estará presente em apoio à Campanha.

NATAL EM CLIMA DE SUSTENTABILIDADE NO PÃO DE AÇUCAR

Acesso as 9.21 dia 08/12 http://www.vamostiraroplanetadosufoco.org.br/

A decoração de Natal da loja Pão de Açúcar no bairro Barão Geraldo em Campinas, interior de São Paulo, ganhou um toque sustentável este ano. Uma árvore natalina foi construída a partir de sacolas reutilizáveis para incentivar o hábito sustentável nos consumidores. A rede apoia a Campanha Vamos Tirar o Planeta do Sufoco e conscientiza seus clientes para a prática

DATA LIMITE PARA SUBSTITUIÇÃO DAS SACOLS

Acesso as 09.16 dia 08/12 http://www.vamostiraroplanetadosufoco.org.br/

Faltam 48 dias para a substituição das sacolas

descartáveis por reutilizáveis nos supermercados

25 DE JANEIRO de 2012 é o prazo limite

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

As Florestas mais ameaçadas do Planeta

Acesso as 14.16 - dia 06/12
http://www.ressoar.org.br/dicas_meio_ambiente_as_florestas_mais_ameacadas_do_planeta.asp

O ano de 2011 foi declarado pela ONU como o Ano Internacional das Florestas. Algumas dessas áreas tão importantes para as nossas vidas, porém, estão seriamente degradadas e correm o risco de desaparecerem. A ONG Conservação Internacional fez um estudo que indica quais são as florestas mais ameaçadas.

As florestas são responsáveis por abrigar 80% da biodiversidade do mundo, garantir o sustento de 1,6 bilhão de pessoas e prover os mais importantes reservatórios de água doce do planeta. Somente as dez florestas ameaçadas, juntas, armazenam mais de 25 gigatons de carbono, auxiliando na mitigação dos efeitos da mudança climática.

A Conservação Internacional ainda ressalta a importância de se manter as florestas saudáveis, devido ao seu capital natural, ao oferecimento dos melhores meios econômicos para enfrentar os diversos desafios ambientais trazidos pela mudança climática e à crescente demanda por produtos florestais. Saiba abaixo quais as cinco mais ameaçadas.

Mata Atlântica- O quinto bioma mais ameaçado, se estende por toda costa atlântica brasileira, alongando-se para partes do Paraguai, Argentina e Uruguai. Hoje, menos de 10 por cento da área original continua de pé. Isto equivale a mais de 95 mil km² que abrigam uma das maiores biodiversidades do mundo. Na época do descobrimento do Brasil a área original era de mais de 1 milhão de km². Mais de duas dúzias de espécies animais ameaçadas de extinção lutam para sobreviver na região.

A Mata Atlântica é a mais rica entre as florestas tropicais úmidas do planeta, considerada o santuário ecológico da Terra e corresponde a um dos ecossistemas mais ameaçados no mundo. Apresenta, de fato, números impressionantes: reúne 15% de todas as formas de vida animal e vegetal do mundo; o número de espécies de aves - mais de 650 identificadas até hoje – é maior que o catalogado em toda a Europa.

Este bioma vem sendo desmatado há anos, e, atualmente, sofre pressão por conta da crescente urbanização e industrialização por todas as regiões do Brasil. A necessidade de conservação dessa área também se deve pela sua importância no fornecimento de água doce para mais de 100 milhões de brasileiros.

Ilhas das Filipinas - O arquipélago da Oceania possui a quarta floresta mais ameaçada do planeta. Historicamente devastadas pela atividade madeireira, os hoje 7% remanescentes da extensão original da floresta estão sendo dizimados pela agricultura e pela alta taxa de crescimento populacional do país. O sustento de cerca de 80 milhões de pessoas depende principalmente de recursos naturais provenientes das florestas.

Mais de 7.100 ilhas estão dentro das fronteiras do hotspot das Filipinas, identificado como um dos países mais ricos em biodiversidade do mundo. Diversas espécies endêmicas, ou seja, que só existem lá. Isso inclui cerca de 6 mil espécies de plantas e diversas espécies de aves tais como a águia das Filipinas (Pithecophaga jefferyi), a segunda maior águia do mundo.

Anfíbios endêmicos são também extraordinariamente grandes e ostentam espécies únicas tais como o sapo voador pantera (Rhacophorus pardalis), que passou por diversas adaptações para planar, incluindo abas extras na pele e membranas entre os dedos para gerar elevação ao planar. Estes e outros animais estão agora confinados a pequenos fragmentos de florestas.

Floresta de Sunda- A terceira floresta mais ameaçada cobre a metade ocidental do arquipélago da Indonésia e da Malásia, composta por aproximadamente 17 mil ilhas equatoriais. A biodiversidade do local está sendo afetada pelo crescimento da indústria florestal e do comércio internacional de animais, que consome tigres, macacos e espécies de tartarugas para alimentos e remédios em outros países. Populações de orangotangos, encontradas apenas nessas florestas, estão em dramático declínio.

Alguns dos maiores refúgios de espécies de rinocerontes do sudeste asiático são também encontrados nas ilhas de Java e Sumatra. Assim como ocorre na maioria das áreas tropicais, suas florestas estão sendo dizimadas para usos comerciais.

A produção de borracha, óleo de dendê e celulose são os três principais fatores que levam à degradação e destruição da biodiversidade de Sunda. Em Sumatra, o corte e extração insustentável e ilegal de madeira e outros produtos florestais são generalizados para abastecer a alta demanda da China, América do Norte, Europa e Japão. Hoje, apenas cerca de 7% da extensão original da floresta permanecem mais ou menos intactos.

Nova Zelândia- A Floresta da Nova Caledônia é a segunda floresta mais ameaçada. Com a chegada dos europeus no arquipélago durante o século 19, foram levadas ao país várias espécies exóticas de mamíferos e de vegetais. Este fato, somado ao impacto das caças, causaram o desequilíbrio e a degradação do ecossistema local.

Os últimos duzentos anos testemunharam a extinção de inúmeras espécies de aves, invertebrados, plantas e de um morcego e um peixe, ambos endêmicos. Diversas outras espécies sobrevivem apenas em pequenas populações nas ilhas. A destruição de hábitats, de florestas e a drenagem de pântanos são também problemas-chave.

Hoje, há apenas 5 por cento da constituição original das florestas da Nova Zelândia, que serve de abrigo para pequenas populações sobreviventes de diversas espécies animais e vegetais.

A região florestal da Índia e da Birmânia- Este é o hotspot mais ameaçado da Terra. Os rios e pântanos desse local são extremamente importantes para a conservação da biodiversidade local, incluindo alguns dos maiores peixes de água doce do mundo. O Lago Tonle Sap e o Rio Mekong são hábitats para a lampreia gigante Mekong (Pangasianodon gigas) e a carpa dourada de Jullien (Probarbus jullieni). Porém, esse habitat foi destruído pelo represamento das águas para a geração de eletricidade.

Seus ecossistemas aquáticos estão sob intensa pressão em diversas áreas, e muitas áreas alagáveis de suas planícies aluviais de água doce foram destruídas pelo cultivo de arroz. Os rios foram represados para gerar eletricidade, resultando no alagamento de bancos de areia e outros hábitats que normalmente seriam expostos durante a estação seca, com impactos severos sobre ninhos de aves e espécies de tartarugas.

Além disso, a conversão de mangues em reservatórios para a produção de camarão e a pesca excessiva também causam problemas graves para os ecossistemas costeiros e de água doce. Hoje, ainda restam apenas 5 por cento da floresta original.

CIDADANIA

Acesso as 13.54 hs. dia 06/12 http://www.ressoar.org.br/dicas_meio_ambiente.asp



Cidadania é o exercício de direitos e deveres do cidadão. Exerça a sua cidadania e faça um mundo melhor

SAÚDE

Acesso as 11.51 dia 03/12 http://www.ressoar.org.br/dicas_meio_ambiente.asp




A saúde é um direito do cidadão e um dever do estado. É também dever de cada um zelar pela sua saúde e de seus filhos

Degelo no Ártico acelera aquecimento mais do que o previsto

Acesso as 10.45 dia 06/12 http://www.ressoar.org.br/dicas_meio_ambiente.asp

Artigo informa que a quantidade de gases-estufa liberados até 2100 pelo derretimento do solo congelado do Ártico poderá ser até cinco vezes maior do que tinha sido previsto.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

CONSUMO CONSCIENTE

Acesso as 15.49 dia 02/12 http://www.ressoar.org.br/dicas_meio_ambiente_degelo_no_artico.asp

O consumidor pode, por meio de suas escolhas, contribuir com seu poder de consumo para construir um mundo melhor.

RECICLAGEM

Acesso as 15.45 dia 02/12 http://www.ressoar.org.br/dicas_meio_ambiente_degelo_no_artico.asp

A humanidade já consome 30% mais recursos naturais do que a capacidade de renovação da Terra. A reciclagem é a solução.

SUSTENTABILIDADE

Acesso as 15.39 dia 02/12 http://www.ressoar.org.br/dicas_meio_ambiente_degelo_no_artico.asp

Sustentabilidade é a capacidade de produzir sem impactar violentamente o meio em que se vive.

VOLUNTARIADO

Acesso as 15.33 - dia 02/12http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2904985487550086564

Para ser voluntário não é necessário basta ter o desejo de fazer algo pelo próximo

EDUCAÇÃO

Acesso as 15.29 dia 02/12 http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2904985487550086564

A melhoria da educação é uma grande arma para criar uma sociedade mais justa e mais inclusiva.

ALIMENTAÇÃO

Acesso as 15.19 dia 05/12 http://www.ressoar.org.br/dicas_meio_ambiente_degelo_no_artico.asp



Consumir conscientemente os alimentos é também uma importante ferramenta para a proteção do planeta

Degelo no Ártico acelera aquecimento mais do que o previsto

Acesso as 15.10 dia 05/12 http://www.ressoar.org.br/dicas_meio_ambiente_degelo_no_artico.asp

Um artigo publicado pela revista “Nature” informou na quarta-feira, 30 de novembro, que a quantidade de gases-estufa liberados até 2100 pelo derretimento do solo congelado do Ártico, chamado de Permafrost, poderá ser até cinco vezes maior do que tinha sido previsto. O volume liberado é comparável ao dos gases causadores de efeito estufa resultante do desmatamento, mas o impacto no clima seria 2,5 vezes maior, já que grande parte do gás emitido será metano (CH4), com efeito, 25 vezes maior sobre o aquecimento global do que o dióxido de carbono (CO2).

O permafrost cobre permanentemente cerca de um quarto das terras do hemisfério norte. Trata-se de uma reserva gigantesca de carbono orgânico, que contém restos de plantas e animais que foram se acumulando durante séculos. Com o degelo deste solo, estes materiais começam a se decompor, liberando na atmosfera parte deste carbono, na forma de metano e dióxido de carbono.

A publicação deste artigo coincide com a realização da 17ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre o Clima (COP-17), inaugurada na segunda-feira (28) em Durban, África do Sul, e que visa a dar um novo impulso às negociações sobre o Protocolo de Kyoto.

A afirmação é de mais de 40 cientistas da Rede de Carbono do Permafrost, liderados por Edward Schuur e Benjamin Abbott, em artigo na revista científica "Nature". De acordo com a equipe de cientistas, a falta de estudos fez com que, a quantidade certa de carbono contido no permafrost fosse subestimada, assim como seus potenciais efeitos sobre o clima global.

Os cientistas usam avançados modelos climáticos no computador. Eles trabalham com dois cenários, um em que as temperaturas globais sobem muito e outro em que o aumento é moderado. Em ambos os casos, a cobertura do permafrost diminui consideravelmente. Embora a maior parte do carbono deva ser liberada na forma de CO2.

"As maioria das pesquisas fala muito das emissões de desmatamento e combustíveis fósseis. Esse artigo mostra, cada vez mais, que o derretimento do permafrost é um fator importante para a mudança climática", afirma o climatologista do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) José Marengo.

De acordo com Marengo, é preciso haver mais estudos sobre a quantidade de gases-estufa liberados. "Sem isso, pode-se ter o melhor modelo de computador que não vai adiantar. O resultado final vai ser uma generalização."

Brasil nega que Código Florestal afeta metas do clima

Acesso as 15.04 dia 05/12 http://www.ressoar.org.br/especial_cop_17_011_codigo_florestal.asp

Em coletiva de imprensa, André Corrêa Lago, embaixador e principal negociador do Brasil na COP 17, afirma que o novo Código Florestal não deve afetar as metas de redução do desmatamento do pais.

Ele acrescenta que a votação do Código tem legitimidade e que, por isso, não está afetando a imagem do Brasil nas negociações em Durban.

“As informações sobre o debate do Código são muito incompletas, o que os outros países sabem. E por isso, a relação com eles é tranquila, e que isso está acontecendo dentro de um esforço de fortalecimento das instituições, de interesses divergentes dentro do governo, coisa que vemos em todos os outros países”, argumenta.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

O PLANTIO DAS ÁRVORES

Acesso as 16.03 dia 02/12 http://www.ra-bugio.org.br/neutralizacaodecarbono.php

O plantio de árvores também não ressuscita milhares de animais silvestres que morrem com a destruição das florestas preservadas. Esta perda é para sempre.

Recuperar áreas degradas é importante, mas pode esperar, pois já estão destruídas e as árvores plantadas (que vingarem) vão levar mais de um século para seqüestrar o gás carbônico. A prioridade é salvar as matas que estão em pé, onde está a biodiversidade e as áreas de mananciais

PLANTIO DE ÁRVORES

Acesso as 15.54 dia 02/12 http://www.ra-bugio.org.br/neutralizacaodecarbono.php



O plantio de árvores não resolve porque as árvores que vingarem levarão mais 150 anos para reabsorverem o gás carbônico* liberado instantaneamente pela destruição das florestas. Então, será tarde demais. Salvar o que resta é mais URGENTE.

Portanto, temos que impedir uma catástrofe maior, salvando as árvores centenárias, ou seja, impedir que desmatem as últimas áreas de nossas florestas, que abrigam toda a biodiversidade

POR QUE É TÃO URGENTE E NECESSÁRIO SALVAR O QUE RESTA DA MATA ATLANTICA?

Acesso as 14.51 dia 02/12 http://www.ra-bugio.org

As florestas preservadas, com suas gigantescas árvores centenárias, armazenam uma grande quantidade de carbono, mas ao serem destruídas pelo fogo, em questão de minutos os gases do efeito estufa são liberados para a atmosfera, agravando, e muito, o problema do aquecimento global.

Neutralize seu Carbono para Salvar o que Resta da Mata Atlantica

Acesso as 14.51 dia 02/12 http://www.ra-bugio.org.br/neutralizacaodecarbono.php

Faça sua parte!



A destruição do que resta da Mata Atlântica e da Floresta Amazônica é intensa. Isso agrava muito o problema do aquecimento global, além causar a morte de milhares de animais silvestres.


Salvar o que resta de nossas florestas é a maneira mais inteligente e eficaz de ajudar a combater o aquecimento global, ou seja, reduzir o efeito estufa, e garantir o direito a vida de milhares de animais que fazem parte da nossa biodiversidade. Você pode ajudar a manter a perpetuação da grande diversidade de vida no Planeta contribuindo para salvar da destruição as últimas áreas de matas preservadas.

São Paulo cria taxa para fiscalização ambiental

Acesso as 10.30 dia 02/12 http://ht.ly/7KXcM


Por Bárbara Pombo | De São Paulo

O Estado de São Paulo instituiu uma taxa ambiental para custear a fiscalização e controle de empresas que exercem atividades poluidoras ou que utilizam recursos naturais. O novo tributo, previsto na Lei nº 14.626, do dia 29, passará a ser cobrado em abril de 2012. O valor da taxa - que deverá ser paga por trimestre - varia de acordo com o porte da companhia e a periculosidade da atividade. As microempresas pagarão R$ 30. As companhias de grande porte altamente poluidoras, R$ 1.350.


O tributo deverá ser pago por 20 setores econômicos. Estão na lista os setores têxtil, plástico, metalúrgico, madeireiro, de extração e tratamento de minerais, de papel e celulose e de materiais elétricos, eletrônicos e de comunicações, entre outros. Além da União, dos Estados e dos municípios, estão isentas a agricultura de subsistência e as entidades filantrópicas.


O governo estadual alega no texto da regulamentação da lei que a criação da taxa não implicará aumento de carga tributária. Segundo o secretário do meio ambiente de São Paulo, Bruno Covas, o contribuinte poderá deduzir de tributo similar cobrado pelo IBAMA parte do valor destinado ao pagamento da taxa estadual, conforme determina a Lei Federal nº 10.165, de 2000. Ele explica que o Estado teve que instituir a cobrança para receber recursos do governo federal. "Vamos exigir 60% do valor da taxa federal que já é cobrada pelo IBAMA", afirma Covas, acrescentando que há tratativas com a União para o recolhimento do tributo em guia única.


Pela Lei 10.165, o IBAMA pode firmar convênios com os Estados e municípios para a realização de fiscalização ambiental e repassar uma parcela da receita obtida com a taxa. O dispositivo permite ao contribuinte deduzir da taxa federal aquilo que já foi pago aos Estados e municípios, no limite de 60%, segundo a advogada especialista em direito ambiental, Patricia Iglecias, do Viseu Advogados. "Outros Estados já têm leis semelhantes. Todos os entes da Federação têm competência para fiscalizar, o que significa uma maior Proteção Ambiental", diz.


De acordo com Marcelo Jabour, diretor da Lex Legis Consultoria Tributária, o Estado já teria fixado os valores da taxa com o abatimento dos 40% devidos ao IBAMA. No caso das empresas de pequeno porte que exercem atividades de baixo grau de periculosidade, por exemplo, a taxa federal é de R$ 112,50. Com a dedução de 60% o valor fica em R$ 67,50, que é a taxa estabelecida para o mesmo grupo, em São Paulo. "Se o montante fosse maior, seria bitributação. O cálculo, no entanto, deverá ser feito caso a caso", diz.


Alguns advogados afirmam que, em uma análise prévia, o direito à dedução não está explícito na lei estadual e não aliviaria a carga tributária. "Deveria haver a possibilidade de compensação integral. Pode haver resíduo a pagar dependendo do caso", diz o tributarista Maucir Fregonesi, sócio do Siqueira Castro Advogados. A advogada especialista em direito ambiental, Luciana Gil Ferreira, do mesmo escritório, diz que em Minas Gerais, por exemplo, "a bitributação é questionada judicialmente, apesar do direito à compensação". A Lei Federal nº 10.165 já foi julgada constitucional pelo Supremo Tribunal Federal.

Ficha técnica
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Tam.: 80cm Editoria: LEGISLAÇÃO E TRIBUTOS
Data: 01/12/2011
Cadastro: 01/12/2011 07:09
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Assuntos: IBAMA | GERAL - MEIO AMBIENTE

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