terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Corredores verdes interligam florestas no estado
Acesso as 14.45 - 27/12 http://ecoamigos.multiply.com/journal?&page_start=20&show_interstitial=1&u=%2Fjournal
Uma das principais iniciativas da SEA (Secretaria de Estado do Ambiente), o programa Corredores Verdes – sob responsabilidade da Superintendência de Biodiversidade – tem como objetivo a criação de corredores florestais de matas nativas ligando “manchas” dispersas de florestas existentes no Rio de Janeiro; separadas ao longo do tempo por desmatamentos.
O lançamento oficial do programa, em agosto de 2007, começou pelo Corredor Verde do Pan, com o início do plantio previsto de 100 mil mudas de Mata Atlântica em 40 hectares de área degradada, ao longo de três anos, para unir as florestas do Maciço da Pedra Branca – com 13 mil hectares – e do Maciço da Tijuca – com 3.600 hectares.
O Corredor Verde do Pan é uma parceria da SEA com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente do Rio de Janeiro, a Petrobras e a Coppe/UFRJ. O projeto é um exemplo sobre a importância da união de diferentes atores sociais e políticos em prol de ações de preservação e de maior qualidade de vida.
Ainda como parte do projeto, foram ampliados pelo governo os limites do Parque Estadual da Pedra Branca em 71 hectares, incluindo nessa unidade de conservação as áreas reflorestadas no Maciço da Pedra Branca, medida importante para a manutenção e consolidação das 100 mil mudas plantadas.
A Prefeitura do Rio de Janeiro desenvolverá na região o projeto Mutirão de Reflorestamento, utilizando mão-de-obra da própria comunidade – iniciativa fundamental para a manutenção das mudas.
O Corredor Verde do Pan – que inclui quatro áreas de plantio, em cada lado das florestas – pretende também neutralizar a quantidade dos gases de efeito estufa, como o dióxido de carbono, liberados durante os Jogos Pan-Americanos.
A Coppe/UFRJ ficou encarregada de monitorar os impactos que os jogos causaram ao clima com a liberação de gases-estufa, estimando e inventariando as emissões de carbono durante a realização do Pan.
Outro corredor previsto é o de Bocaina-Tinguá, para ligar de forma contínua as florestas de Angra dos Reis e Paraty ao núcleo central de Mata Atlântica da Reserva Biológica do Tinguá e do Parque Estadual de Três Picos.
O programa Corredores Verdes é parte integrante da meta da SEA de plantar 20 milhões de árvores em todo o estado ao longo dos quatro anos do atual governo. Esses corredores florestais – implantados sempre em conjunto com o Ibama e prefeituras – são fundamentais para a preservação das unidades de conservação do Rio de Janeiro.
Fonte: http://www.ambiente.rj.gov.br/pages/sup_biod/biodiversidade_projetos/bio_proj_corredorverde.html
Marcadores: aquecimento global, meio ambiente, poluição, reflexão, um novo olhar, árvores, sustentabilidade, temas
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