sexta-feira, 30 de março de 2012

Designers criam cadeiras de rodas recicladas

Acesso as 9.29 - 30/03 http://www.ressoar.org.br/noticias_0698_cadeira_rodas_reciclada.asp

Cadeiras de rodas são caras e muitas vezes inacessíveis para as pessoas que vivem em países de terceiro mundo. Para reduzir o custo das cadeiras, os designers catalães Josep Mora e Clara Romaní construíram cadeiras de rodas a partir de várias cadeiras baratas que estão disponíveis localmente.

Para criar as cadeiras os designers reciclaram cadeiras de rodas velhas. Suas rodas foram retiradas e anexadas em cadeiras disponíveis no local, tais como as de plástico e madeira. Na oficina de Inkuru Nziza os vários modelos estão sendo testados atualmente com pacientes de hospitais locais.

O objetivo é reduzir, tanto quanto possível, o custo das cadeiras de rodas. Ao comprar apenas as rodas e reciclar os materiais disponíveis localmente, o custo é reduzido drasticamente.

Para se certificar de que os usuários saberão como reparar o produto ele é convidado a assisti a fabricação em uma oficina local. A equipe do hospital também está sendo treinada para fazer cadeiras de rodas para continuar o trabalho uma vez que os designers irão regressar ao seu país.

Segundo o portal TreeHugger, as cadeiras podem não ser tão confortáveis de usar como as cadeiras de rodas padrão, mas elas são definitivamente melhor do que nada.

A dupla de designers está atualmente em Ruanda para testar a idéia e criar oficinas no intuito de incorporar as cadeiras de rodas finais no processo de produção.

No site dos designers você encontra para baixar as instruções para montar uma cadeira de rodas com materiais reciclados - http://www.josepmora.info/africa.htm

Fonte: Portal EcoD

Os rinocerontes são míopes, vegetarianos e pesam 4 toneladas

Acesso as 8.46 - 30/03 http://www.ressoar.org.br/especial_ressoar_natureza_004_rinocerontes.asp

O Rinoceronte Branco tem esse nome graças, a sensação de cor branca de sua pele quando ao sol e a uma tradução equivocada dos primeiros ingleses que tiveram o contato com o animal, quando chegaram à África. Na verdade, ele deveria se chamar Rinoceronte de Boca Larga.

Este grande mamífero está em risco de extinção. Ele vive na savana africana em duas áreas distintas: uma no Sudão e outra na África do Sul.

Este animal se alimenta de folhas e grama. Pasta o dia inteiro para manter o peso, que pode chegar a 4 toneladas. O Rinoceronte Branco é o maior rinoceronte da espécie (existem cinco tipos) e o segundo maior mamífero terrestre, perdendo somente para o elefante. Mede 2 metros de altura e 5 metros de comprimento.


Foto: Michely Ascari.

O Rinoceronte branco possui dois chifres, sendo que um deles mede 1,5 metros. O chifre, diferentemente do que se pensa, não é feito de osso, e, sim de pêlos extremamente compactos que formam uma estrutura muito resistente.

Os rinocerontes têm pele espessa, de até 7 cm, mesmo assim eles passam várias horas dentro d'água aliviando as picadas dos insetos que atacam, sobre tudo, nas juntas da couraça.

Conhecido pela péssima visão (eles são extremamente míopes), os rinocerontes tem a audição e o olfato muito bem desenvolvidos. A gestação dos filhotes dura 18 meses, e nasce somente um em cada gestação, além disso, a procriação só acontece a cada 3 ou 4 anos.

O filhote, que pesa 25 kg e toma leite materno até dois anos de idade, quando completa de cinco a sete anos, passa a viver sozinho, sem ajuda dos pais. Existem apenas 12 rinocerontes no Brasil.

A dificuldade de criar estes animais em confinamento resulta do fato que, os animais que crescem juntos em espaços pequenos, não chegam a desenvolver estimulos sexuais, já que se consideram irmãos.

FAZENDO A DIFERENÇA

Acesso as 8.27 - 30/03 http://textosmeditativos.blogspot.com.br/2006/10/fazendo-diferena.html
Era uma vez um escritor que morava em uma tranqüila praia, próxima de uma colônia de pescadores. Todas as manhãs ele caminhava à beira do mar para se inspirar, e à tarde ficava em casa escrevendo.

Certo dia, caminhando pela praia, ele viu um vulto que parecia dançar. Ao chegar perto do vulto, ele reparou que se tratava de um jovem que recolhia estrelas-do-mar da areia para, uma por uma, jogá-las novamente de volta ao oceano.

– Por que está fazendo isso? – perguntou o escritor.

– Você não vê? – explicou o jovem – A maré está baixa e o Sol está brilhando. Elas vão secar e morrer se ficarem aqui na areia.

O escritor espantou-se:

– Meu jovem,existem milhares de quilômetros de praias por este mundo afora e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia. Que diferença faz? Você joga umas poucas de volta ao oceano. A maioria vai perecer de qualquer forma.

O jovem pegou mais uma estrela na praia, jogou de volta ao oceano e olhou para o escritor.

– Para essa, eu fiz a diferença.

Naquela noite o escritor não conseguiu dormir, nem sequer conseguiu escrever. Pela manhã, voltou à praia, uniu-se ao jovem e, juntos, começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao oceano.

Acesso as 8.12 - 30/03 - http://www.ressoar.org.br/noticias_0702_viva_mata_2012.asp



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Viva a Mata no Ibirapuera






A oitava edição do Viva a Mata – Mostras de Iniciativas e Projetos em Prol da Mata Atlântica, acontecerá de 18 a 20 de maio, das 9h às 18h, na Arena de Eventos do Parque Ibirapuera, em São Paulo/SP. O evento acontece próximo ao dia 27 de maio, quando se comemora o Dia Nacional da Mata Atlântica.

O agendamento de visitas monitoradas já pode ser feito pelo e-mail educacao@sosma.org.br. Alunos de todas as idades podem se inscrever, até mesmo estudantes universitários e de ensino técnico, que queiram saber mais sobre a fauna e a flora da Mata Atlântica, sobre a importância das áreas protegidas, conhecer iniciativas em prol da sustentabilidade e participar de exposições, palestras, debates e oficinas. Haverá ainda peças de teatro, maquetes interativas e atividades com voluntários, tudo gratuito.





quinta-feira, 29 de março de 2012

PLANTANDO UMA ARVORE

Acesso as 15.59 - dia 29/03 http://plantemaisarvores.wordpress.com/a-campanha/

Junte-se a Nós, Plante Mais Uma Árvore Para Um Mundo Melhor é o convite a todo o estado de Pernambuco para plantar 1 Milhão de Árvores. A Campanha é uma iniciativa do Centro Sabiá, Diaconia e Caatinga e realizada por diversas organizações da sociedade civil de Pernambuco que têm o objetivo comum de melhorar as condições de vida no planeta, a partir do nosso local.

Esta campanha chega num momento em que todas as atenções estão voltadas para a crise ambiental provocada pelo modelo de desenvolvimento insustentável de exploração dos recursos naturais. E nós podemos começar a fazer a nossa parte. Plante árvores no quintal da sua casa, na sua calçada, faça um mutirão no seu local de trabalho, na sua escola ou na escola dos seus filhos/as. Convide o poder público do seu município, as lideranças comunitárias do seu bairro, da sua localidade e vamos plantar 1 Milhão de Árvores em Pernambuco.

Uma rua arborizada se torna mais agradável para passear na sombra e com o ar mais puro. Uma árvore frutífera no quintal lhe traz sombra, alimento para você e sua família. O roçado de uma família agricultora com uma variedade de espécies, entre elas árvores, resulta em uma colheita diversa, rica e uma alimentação mais saudável. 1 Milhão de Árvores a mais no estado significa um clima mais agradável, terras protegidas da erosão, ambiente em equilíbrio. As árvores nos dão além de sombras, madeira, alimentos através de frutas, raízes e folhas, alimento para os animais, remédios caseiros, óleos, entre outros benefícios. Elas também contribuem para a proteção e fertilidade da terra e conservação da água no solo.

Tem muita gente que já está preservando o Meio Ambiente. Esta campanha também quer dar visibilidade a quem já está fazendo sua parte. Na zona rural, vários agricultores e agricultoras já praticam um modelo de agricultura que protege a natureza, pois não é necessário derrubar as matas para dar lugar a produção de alimentos. Só em Pernambuco já existem mais de 3.000 famílias trabalhando com agrofloresta. A ação desses agricultores/as de forma organizada possibilita mais alimentos de qualidade para a sociedade, contribuindo para um desenvolvimento com mais justiça social e fraternidade entre quem vive no campo e na cidade. Essas famílias também estão envolvidas na Campanha. Vamos unir esforços em todo o estado, no campo e na cidade e plantar uma, duas, dez, 1 Milhão de Árvores. Junte-se a Nós, Plante Mais Uma Árvore Para Um Mundo Melhor.

Para saber como participar da campanha é só entrar em contato:
e-mail: plantemaisarvores@yahoo.com.br




Amazônia sem Fogo chegou na Bolívia – e agora?

Acesso as 11.55 - 29/03 http://www.oeco.com.br/reportagens/25802-amazonia-sem-fogo-chegou-na-bolivia-e-agora

2010 foi o ano que bateu recorde de focos de calor - 158.244 - na Amazônia boliviana, o que obrigou o governo da Bolívia a pedir ajuda ao Brasil para controlar os incêndios na região. É que o fogo correu solto na Bolívia. Houve um incremento de 400% nos focos de calor do ano 2009 a 2010, o que afetou não só a floresta, mas também a biodiversidade, os habitantes da selva e de grandes cidades como Santa Cruz. Para Juan Fernando Reyes, da ONG Herencia, “os focos são originados pela prática de corte-e-queima e por pecuaristas”.

Desde 2007, 300 mil hectares se perderam por ano, e mais de 6 milhões de hectares foram desmatados e perdidos nos últimos 30 anos, tudo pelo desmatamento, queimadas e a expansão da fronteira agrícola do país.


Fogo ameaça florestas na Colômbia

Temporada de fogo na Amazônia boliviana

Diante desta situação, o Ministério de Meio Ambiente e Água (MMAeA) da Bolívia, com apoio do Brasil e da Itália, lançou em janeiro deste ano o Programa Amazônia sem Fogo (PASF) em terras bolivianas. O programa, que existe no Brasil desde 1999, será executado no país vizinho em 39 municípios com o objetivo de “reduzir a incidência de incêndios florestais na região amazônica através da implementação de práticas alternativas que protejam o meio ambiente e melhorem as condições de vida das comunidades rurais”, afirma Ligia Castro, diretora de meio ambiente da Cooperação Andina de Fomento (CAF), uma das financiadoras do programa.

Iniciativa multilateral


Visualizar Municipios bolivianos en PASFem um mapa maior

O programa na Bolívia deve ter duração estimada de 36 meses e custar 3 milhões de dólares, financiamento que será dividido entre os governos italiano, brasileiro, boliviano e a Cooperação Andina de Fomento. Segundo Luigi de Chiara, embaixador de Itália na Bolívia, a iniciativa “integra ações de emergência e desenvolvimento através de atividades de capacitação e divulgação”.

Para o embaixador italiano, este deve ser “um modelo de preservação da floresta em todos os países amazônicos” - e uma chance de a Bolívia reduzir suas emissões de gases estufa, que equivalem a 0,3% do total mundial, mas que em sua maioria decorrem do desmatamento. “É a melhor resposta que podemos dar a uma agenda global de redução de emissões”, afirma Marcel Biato, embaixador do Brasil na Bolívia.

Este é o momento exato para a execução do Programa Amazônia sem Fogo na Amazônia boliviana, pois as condições estão dadas, garante Ligia Castro, já que as atividades exploratórias realizadas pelo Ministério de Meio Ambiente da Bolívia com apoio da Cooperação Andina de Fomento, no ano passado, ficou claro um “forte interesse local nas ações propostas”, além de “existir no país uma organização social estruturada que permite a fluidez do programa”, o que a faz acreditar que ele terá sucesso na Bolívia.

Programa Amazônia sem Fogo, Cooperação Italiana

A maior parte dos focos de calor na Amazônia boliviana é provocada pelo homem. (Foto: Juan Fernando Reyes-Herencia)
Para Juan Fernando Reyes, a construção no Brasil de uma base social contra o desmatamento foi fundamental para o estabelecimento de uma base legal que o limite, e acredita que dai partiu o sucesso do programa no Brasil. E acrescenta que o sucesso da iniciativa vai depender da “vontade política de encarar o problema de maneira integral e de envolver na ação atores e organizações da sociedade civil”.

Por sua vez, Alaín Muñoz, representante de Articulação Regional Amazônica (ARA), em seu artigo “O que fazer com os incêndios florestais?” assevera que o país tem tudo para a luta contra os incêndios florestais, “mas não cumpre”. Para ele, é necessária uma abordagem de vários lados, desde política, concentrar esforços nas florestas em risco, autogestão local do fogo, liderança e integração de atores agrícolas, pecuários e florestais. E é esse o foco do PASF.

“Contar com um programa que apoie o país no manejo e controle de incêndios é fundamental para evitar um maior dano ecológico; já que este problema é uma das maiores ameaças para a fauna e flora da região amazônica”, afirmou o representante de CAF na Bolívia, Emilio Uquillas.

“Com o Programa Amazônia sem Fogo na Bolívia e a experiência do Brasil, poderemos fazer um programa regional, reconhecendo que as florestas representam um patrimônio de rica biodiversidade”, afirma o embaixador italiano. Suas previsões estão no caminho certo. Depois da iniciativa da Bolívia, Peru e Equador já solicitaram apoio do programa.

É preciso trabalhar junto
Na Bolívia existem pelo menos três frentes simultâneas de combate ao fogo, na qual diferentes instituições realizam trabalhos descoordenados ou de forma regional, desperdiçando os poucos recursos e sem conseguir o resultado necessário. “Se não existe coordenação entre as instituições e governos locais, regionais e nacional, os incêndios não diminuirão e o pessoal continuará queimando sem controle e cuidado. Se o PASF não se alinhar com todas as instituições envolvidas independentemente de diferenças políticas, teremos o mesmo cenário de 2010, com fogo e mais fogo, sem saber o que fazer”, afirma um funcionário da Autoridade de Bosques e Terras (ABT) que preferiu não se identificar.

Oscar Justiniano, responsável pelo Programa de Prevenção e Controle de Incêndios Florestais do Governo do Departamento de Santa Cruz, faz coro a esta afirmação e conta que até agora não foi contatado pelo projeto, apesar da experiência de Santa Cruz em lidar com o tema por meio de diferentes iniciativas desde 2004. “Unificar critérios e propor uma só alternativa contra o fogo é a melhor forma de trabalhar. Separados não conseguiremos os resultados esperados”, afirma.

*Atualizado às 16h59 de 16 de março de 2012



“Não vivemos em um mundo perfeito”

Acesso as 11.25 - 29/02 http://www.oeco.com.br/convidados/25821-nao-vivemos-em-um-mundo-perfeito

As cabeceiras ocidentais da Amazônia estão abrindo-se para um boom de petróleo e gás. Multinacionais petrolíferas estão fazendo grandes descobertas ao longo de toda a faixa oeste dos Andes, desde a Venezuela passando por Colômbia, Equador, Peru e Bolívia, no que é chamado de tendência Sub-Andina.
O cinturão de petróleo e gás está sob a mais rica biodiversidade da Terra. E essa região de cabeceiras é lar para muitos indígenas que vivem voluntariamente em isolamento e que nunca foram contatados. Num mundo ideal, todas essas cabeceiras estariam fora do alcance da exploração de petróleo e gás.

No entanto, não vivemos em um mundo perfeito. Apesar da luta para proteger os povos indígenas e a biodiversidade através da criação de reservas, empresas de petróleo e gás fazem novas descobertas todos os dias.

Ao mesmo tempo que trabalhamos para a criação de mais áreas protegidas livres da exploração de petróleo e gás, também temos de exigir que as companhias de petróleo usem os mais altos padrões e empreguem os melhores métodos de operação visando proteger a floresta e os habitantes das áreas onde estão autorizadas a atuar.

Onde podemos observar tais práticas? Bem, não há muitos exemplos. A maioria do desenvolvimento segue os padrões trágicos e destrutivos que vemos no leste do Equador.

No entanto, há um lugar onde o aprendizado de como gerir o petróleo e gás pode ser visto. Esse lugar é Camisea, grande empreendimento nas cabeceiras do rio Urubamba, no Peru.

Camisea é o melhor exemplo de um novo conceito de desenvolvimento chamado "offshore interior". Vista de cima, se assemelha a qualquer outra plataforma de petróleo no mar, mas sobre um oceano de floresta intocada. Não há estradas em Camisea. Os dutos foram construídos por helicóptero e os corredores de oleodutos foram reflorestados para impedir o acesso ao local. A única entrada é por via aérea e o acesso é controlado ao longo do Rio Urubamba.

A tragédia no leste do Equador nos ensina que as piores conseqüências da tradicional exploração petrolífera são causadas por efeitos secundários como invasões de terras, queima de florestas, extração ilegal de madeira, plantações de coca, caça de animais selvagens e mineração ilegal de ouro. Sem estradas, no entanto, a terra permanece inacessível e estes efeitos secundários não ocorrem.

A exploração de petróleo e gás está avançando em ritmo acelerado na parte superior da Amazônia. Nosso desafio é duplo: o primeiro é mantê-la longe de áreas que devem ser totalmente protegidas. E segundo, exigir que o modelo de "offshore interior" seja obrigatório para todas as áreas onde a exploração de petróleo e gás é permitida.

Compras de Páscoa podem ser mais sustentáveis

ACESSO AS 11.12 - DIA 29/03 http://vamostiraroplanetadosufoco.org.br/compras-de-pascoa-podem-ser-mais-sustentaveis/

Publicado em 28 de março de 2012 18:23
Nesta Páscoa, os consumidores podem assumir uma atitude mais sustentável e levar para casa seus ovos de chocolate em sacolas reutilizáveis. Às vésperas da substituição definitiva das sacolas descartáveis nas lojas e do feriado de Páscoa, os supermercados paulistas incentivam a adoção da prática ecológica.

“Uma boa ideia é aliar as campanhas promocionais desta época do ano com a da substituição das sacolas”, diz o presidente da Associação Paulista de Supermercados (APAS) João Galassi. O Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado entre o Ministério Público Estadual, Procon-SP e APAS prevê o fim do descarte das sacolas no setor supermercadista em 3 de abril.

Pelo acordo, os supermercados devem informar nas lojas a mudança e oferecer gratuitamente uma opção para que os clientes levem os produtos para casa até esta data. Após o prazo, para adaptação, cada cliente deve levar sua sacola reutilizável ou outra opção sustentável, como carrinhos ecológicos. Veja aqui a íntegra do acordo.

Promoções de Páscoa

Quem comprar chocolates e ovos de Páscoa no Walmart, por exemplo, terá um caixa exclusivo em todas as lojas da rede no País. A iniciativa, inédita no varejo brasileiro, é baseada em sugestão dos próprios consumidores e visa facilitar ainda mais a experiência de compra nesta época do ano.

Para a sazonalidade, a rede varejista prevê um aumento nas vendas de 20% com relação ao ano passado e oferece itens de marca própria, importados, bem como produtos líderes na categoria.

terça-feira, 27 de março de 2012

Código Florestal: por que tanto barulho?

ACESSO AS 16.03 - 27/03 http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/ambiente/codigo-florestal-porque-tanto-barulho-680248.shtml

Com uma das maiores florestas do mundo, o Brasil vive um impasse político que já dura anos: a revisão do Código Florestal brasileiro, a Lei 4.771, que regulamenta a atividade humana nas áreas de vegetação natural com o objetivo de protegê-las e recuperá-las.

O primeiro Código Florestal é de 1934 e sua versão atual tem como base a Lei aprovada no Congresso Nacional em 1965. Desde então, o documento sofreu uma série de emendas e modificações entre o final dos anos 80 e inicio da última década.

Em 2009, foi formulada proposta para uma terceira versão do Código Florestal – que ainda tramita no Congresso –, tendo sido aprovada na Câmara dos Deputados em maio de 2011 e no Senado Federal, em dezembro. Atualmente, o projeto se encontra na Câmara de Deputados para última votação antes de ir para sanção presidencial.

Durante todo o processo, a proposta suscitou discussões acaloradas na sociedade, entre produtores, políticos, ambientalistas, governo e especialistas. Desde a Constituição de 1988, poucos projetos tiveram um debate tão intenso e acalorado como o Código Florestal.

Os pontos críticos da proposta dizem respeito, entre outros, ao tamanho das propriedades que devem ser preservadas, a anistia e punição de quem desmatou áreas protegidas e a recuperação das áreas desmatadas.

Veja os mapas explicativos do código
Veja os mapas explicativos do código:
- Reserva Legal e APPs
- Estrutura produtiva e outros

ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE - APPs
São trechos de vegetação protegidos legalmente, que não podem ser manejados, aproveitados comercialmente ou derrubados, Estas áreas são escolhidas por serem sensíveis e importantes para a manutenção da saúde do bioma do qual fazem parte.

Com a proposta em tramitação no Congresso, a faixa ao redor de rios menores (de até dez metros de largura do leito), a ser recuperada e protegida foi reduzida de 30 para 15 metros.

Os defensores da medida garantem que a proteção é suficiente e não dificultaria a vida de agricultores com propriedades pequenas cortadas por rios. Quem critica, afirma que é uma área muito pequena, o que favoreceria o assoreamento e a morte dos rios.

Outros dois pontos relativos às APPs é a liberação para o desmatamento de encostas com inclinação entre 25º e 45º, bastante usadas no cultivo de café e de maçã – o que aumentaria o risco de deslizamentos, segundo ambientalistas – e ainda a retirada de algumas áreas de mangue utilizadas para cultivo de camarão da denominação de Área de Preservação Permanente.

MENOS AMAZÔNIA
Toda propriedade rural brasileira deve ter uma porcentagem de vegetação protegida, que pode ser manejada para uso econômico, mas sem o corte raso da floresta. Essa área é chamada de Reserva Legal e visa garantir proteção mínima e distribuída da biodiversidade, solo e água em todos os biomas brasileiros.

No caso das propriedades localizadas dentro da Amazônia Legal, essa área é de 80% para áreas de floresta, e 35% para cerrado. Nos demais biomas do país, a reserva legal deve ser de 20%.

TEU PASSADO NÃO TE CONDENA
A questão mais polêmica do texto talvez seja a anistia às multas e penalidades aos proprietários que tenham desmatado áreas de preservação antes de 2008, uma vez que assinem termo se responsabilizando pela recuperação de parte da área impactada, um ponto de disputa entre todos os órgãos e alas que debatem o projeto.

Ambientalistas rejeitam a ideia de anistia e admitem a possibilidade de abrandamento de penalidades – condicionadas à recuperação completa do dano ambiental – apenas se a data de corte for anterior a última alteração do código florestal, em 2001. O chamado setor ruralista, por sua vez, pressiona para que a anistia seja total, irrestrita e sem a necessidade de recuperação das áreas desmatadas antes de 2008.

RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DESMATADAS
A recuperação de áreas desmatadas também entra em cheque com o novo Código. Um dispositivo na lei garante que os infratores possam recuperar 50% desse terreno com espécies exóticas e até permite que a compensação seja feita em outra área, gerando uma espécie de mercado de áreas preservadas.

Os defensores dessa medida garantem que ela pode ser positiva, justamente por permitir que quem preserva mais do que precisa, seja compensado financeiramente, disponibilizando sua área para outros.

Quem não apoia a ideia, diz que o uso de espécies exóticas funcionaria como uma forma de continuar a explorar a área ilegalmente, plantando espécies de valor comercial e que o “aluguel” de matas não compensaria o desmatamento local.

Ficariam desobrigadas ainda, de acordo com a nova proposta de texto, as propriedades com tamanho inferior a quatro módulos fiscais - uma medida que varia entre as regiões do país, de 20 a 440 hectares – a recuperar áreas desmatadas antes da promulgação da lei.

Para os ambientalistas, mais um dispositivo de anistia global. Para os produtores, uma forma de não prejudicar o agricultor familiar.

O texto da proposta foi do Senado para a Câmara, já tem um parecer final do seu relator, ainda não apresentado, e espera para ser votado novamente na Câmara e encaminhado para as mãos da presidente Dilma. Depois de idas e vindas, a oposição e o setor ruralista ameaçam trancar a votação da Lei Geral da Copa para apressar uma decisão do Código, enquanto ambientalistas já focam o veto pelas mãos do Executivo.

Em junho, o Brasil sediará a Rio+20, Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, sem fazer, no entanto, a lição de casa.


Dia da Água: tempo de comemorar... e reivindicar

Acesso as 15.55 - 27/03 http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/desenvolvimento/dia-agua-tempo-comemorar-reivindicar-622170.shtml

De maneira geral, a sociedade tem muita dificuldade em manter o foco no uso consciente da água... e o desperdício vai se perpetuando, principalmente nas grandes cidades. É certo também que o uso da água pelo ser humano representa uma fatia pequena do consumo total, uma vez que cerca de 70% do uso vai para a agricultura, 20% para uso na indústria (nos produtos e processos) e apenas 10% da água serve ao ser humano de forma direta. Isso significa que seria necessário rever várias das atividades humanas, se realmente queremos obter um maior impacto no uso mais racional deste recurso natural. É um grande desafio, sem dúvida.

Acho importante chamar a atenção para outro problema grave e que está “matando” nossa água, principalmente de que quem vive nos grandes aglomerados urbanos – a falta de coleta e tratamento dos esgotos. É mesmo um desastre ambiental diário e silencioso. Menos de 44% da população está ligada a uma rede de esgotos e menos de 30% do esgoto é tratado, segundo dados do Ministério das Cidades - Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (Snis) 2008 -, então são bilhões e bilhões de litros de esgotos jogados in natura todos os dias nos nossos rios, lagos, bacias e mar. Isso significa um impacto ambiental grave que deve ser ferozmente combatido, se realmente queremos um país sustentável, econômica, social e ambientalmente.

Poluída, a água passa de grande aliada do ser humano a seu um inimigo mais poderoso ao transmitir várias doenças, como mostrado pelo Instituto Trata Brasil em seu último estudo “Esgotamento Sanitários Inadequados e Impactos na Saúde da População”. Este estudo, realizado com dados das 81 maiores cidades do País (acima de 300 mil habitantes), mostra que as diarreias respondem atualmente por mais de 50% das doenças relacionadas ao saneamento básico inadequado, e o pior de tudo, que o grupo mais vulnerável dessa tragédia são as crianças de até 5 anos de idade - em 2008 foram 67,3 mil crianças dessa faixa etária internadas por diarreias, número que representou 61% de todas essas hospitalizações.

Outro tema que beira o absurdo é o nível médio de perda de água no Brasil que é de 40%, um número assustador quando pensamos que de cada 100 litros de água coletada da natureza e tratada para envio à população, 40 litros em média são perdidos, seja por vazamentos, seja por roubo ou outros fatores. Há cidades no país aonde as perdas de água chegam a 70% ou até mais... o que dizer ? É certo que há também bons exemplos de empresas com fortes investimentos e que estão reduzindo as perdas para atingir níveis abaixo de 20%, mas o desafio é grande e tem que ser perseguido diariamente. Cabe aos gestores públicos responsáveis, ou seja, Governo Federal, Governadores e Prefeitos, olharem atentamente a gestão das empresas operadoras em sua cidade ou Estado e cobrar estas melhorias, cobrar metas de avanço em coleta e tratamento, cobrar transparência dos dados à sociedade, etc.

Só assim, com fiscalização, com investimentos constantes na solução dos esgotos, com amplas campanhas de informação à sociedade e comprometimento dos governantes conseguiremos ver nossos cursos d´água melhorarem trazendo de volta o ecossistema natural do oceano, dos lagos, rios e das bacias hidrográficas, tão importantes para o equilíbrio da vida, para o abastecimento de água das cidades, para o lazer e tantas outras coisas importantes ao ser humano .

É tempo de comemorar o Dia Mundial da Água, mas também de usar toda nossa energia na cobrança das autoridades e na mobilização da sociedade.


A ideologia da sustentabilidade brasileira

acesso as 15.41 - 27/03 http://oecoambiental.blogspot.com.br/2009/06/construcao-da-sustentabilidade-no.html

Segundo um dos mestres brasileiros Paulo Freire, a palavra é o resultado da leitura do mundo. Somos resultado do meio ambiente em que vivemos. Esta seria uma dedução lógica ao pensamento do mestre. O Brasil em sua história quando sistematiza a leitura dos conflitos socioambientais escreve um Brasil de várias ideologias ambientais. Segundo a filosofa brasileira Marilena Chauí, o termo ideologia aparece pela primeira vez em 1801 no livro de Destutt de Tracy, Eléments d'Idéologie (Elementos de Ideologia). "Pretendia elaborar uma ciência da gênese das idéias, tratando-as como fenômenos naturais que exprimem a relação do corpo humano, enquanto organismo vivo, com o meio ambiente." Esta gênese da ideologia seria já um ponto de partida para percebermos que o Brasil possui uma identidade da sustentabilidade, somos resultado de onde pisamos, vivemos, convivemos e de tudo que recebemos de informação. Se recebemos alienação diante a opressão vivida pela maioria do povo brasileiro, excluído da distribuição justa e sustentável da riqueza produzida no país, temos o direito de produzirmos nossa ideologia da sustentabilidade que promova a Justiça socioambiental no Brasil Estamos construindo um país ambientalmente, mais justo, para todos vencendo a opressão da degradação das idéias, da importação aculturada e degradada daqueles que estão destruindo pessoas e o meio ambiente em nosso país e no mundo.
O Brasil hoje é na geopolítica mundial um país cada vez mais importante porque detemos boa parte dos recursos naturais que são escassos na Terra. A questão fundamental é como valorizamos um de nossos mais importantes recursos: o povo brasileiro. Ser brasileiro é algo singular. É fascinante. Saber do potencial criativo, dinâmico e da capacidade que o brasileiro possui para conviver com estes recursos naturais, que felizmente fomos presenteados na geografia de Deus, que nos cedeu esta convivência é antes de tudo respeitar quem luta por um Brasil sustentável. O Brasil sustentável consideramos o Brasil dos que não se apegam, não reproduzem, agridem ou oprimem nosso povo através de ideologias e atitudes fatalistas, catastróficas, intolerantes com o povo brasileiro. Como um outro grande brasileiro chamado Geraldo Vandré somos pelo Brasil que "Faz a hora e não espera acontecer".
A produção da ideologia da sustentabilidade no Brasil vem se construindo pelas nossas compreensões da formação do Estado brasileiro, das relações étnicas, de classe, dos conflitos socioambientais de nossa história nacional e mundial. Se valorizarmos esta produção da sustentabilidade brasileira, vamos com certeza elevar nossa qualidade de vida, de forma bem brasileira. Nossa "ginga intelectual" . Somos muito mais que mestres no futebol e no carnaval. Nossos mestres podem ou não passarem pela formação acadêmica. Temos múltiplas formas de educação socioambientais como nossa música, nossos grupos culturais, as Escolas de Sambas, os Grupos de Capoeira, os Povos Indígenas, as Comunidades Tradicionais, Quilombolas, porque não dizer nossos campos de futebol que gestam talentos, craques que o mundo aplaude em várias modalidades esportivas. Nossas festas como o Carnaval, o festival de Parintins na Amazônia brasileira, as festas de São João, os Congados, as Folias de Reis, Maracatu, o Vanerão do sul do Brasil, Bumba Meu Boi, entre tantas manifestações culturais e não folclóricas como ideologicamente são nominadas. Tudo isto é meio ambiente. Todos nós somos meio ambiente. Fazemos parte, somos protagonistas, sujeitos e não objetos de consumo, seres sem alma, sem identidade, sem raízes. Produzimos excelência em várias áreas que se enriquecem com nossas florestas, nossa fauna, todos nossos recursos naturais.Os mestres desta vasta e rica cultura socioambiental precisam ser valorizados, são nossas raízes. Referências da dignidade e da singularidade do povo brasileiro. A tecnologia da sustentabilidade no Brasil não será construída pela arrogância dos que fazem da palavra uma forma de empobrecer maiorias. Aqui no Brasil temos cultura, raízes. Uma nação só será livre se souber de suas raízes culturais, de sua história, da formação de nossa identidade. Temos uma identidade de povo brasileiro de muito valor que merece ser respeitada. Temos uma gestão aqui no Brasil de um mundo que quer ser livre, sustentável, com dignidade de vida e acesso justo para maioria do povo brasileiro aos nossos recursos naturais. Estamos produzindo riquezas que queremos: sejam melhor distribuídas entre nós brasileiros. Trabalhamos para valorizar as patentes brasileiras de nossa capacidade intelectual, de produção de conhecimentos, ideológica e tecnológica. Podemos ser um dos primeiros países que implante uma Agenda 21 que saiba aprender com a história, nossa cultura, acreditando em nossa capacidade humana de respeitar, valorizar, buscar harmonizar o povo brasileiro e os recursos naturais que felizmente ainda existem no Brasil. Nossas raízes culturais iluminam nossa tecnologia socioambiental em todas as áreas do saber, das ciências humanas, biológicas, exatas. Vamos além desta visão limitada e cartesiana que o neoliberalismo arcaico e opressor tenta aqui ideologicamente desagregar a cultura brasileira. Podemos sim aprender a valorizar principalmente o povo brasileiro. Vencer os problemas socioambientais do racismo, da péssima distribuição de renda, da falta de informação ambiental. Somos capazes em todas áreas da produção do conhecimento humano. Temos uma agenda de excelentes seres humanos sim, daquelas pessoas que lutaram e lutam em nossa história para que sejamos um pais para todos e não para pequenas minorias empobrecedoras. Minorias excludentes que dão a nossa juventude, filhos, família, o péssimo exemplo da corrupção e da intolerância ao povo brasileiro que constrói há séculos a riqueza do país.
Chamamos de sustentabilidade a valorização da pessoa humana e de todo nosso ambiente. Valorizar o povo brasileiro é um ponto de partida para nossa vitoriosa caminhada por um Brasil ambientalmente mais justo. Todo aquele que é intolerante com o povo brasileiro, que não nos respeita como cidadãos e como nação, está degradando o meio ambiente no Brasil e porque não dizer no mundo. Estes produzem suas ideologias do "desenvolvimento sustentável" mas possuem a prática daqueles que degradam e insistem em destruir a pessoa humana, o meio ambiente. Alguns ainda vivem a síndrome da neocolonização. Acham que o que vem de fora do Brasil é melhor. Tentam oprimir o povo brasileiro em nossa própria terra. Estas pessoas estão cada dia mais empobrecidas porque acham que desfazer do nosso povo, de nossa cultura, de nossa história reafirma o saber "universal" da opressão neoliberal colonizadora. Por isto insistem em fazer da palavra apenas uma opressão. Estão escravizadas e tentando escravizar o povo brasileiro. Criam um vocabulário "ambientalês" que afastam as pessoas, excluem a maioria do povo a reafirmação de nossa auto-estima e competência como nação. Redigem a exclusão, promovem o vocabulário da academia que aliena, perdida em conceitos dos chamados ideólogos ambientais da alienação. Conceitualizam e sistematizam uma crise ambiental gerada pela ideologia do academicismo, do burocratismo, da opressão intelectual, dos jargões "acadêmicos", que copiam em xerox o referencial cartesiano da razão neoliberal estagnada, em crise. Estas não criam outra coisa senão a degradação e a destruição de pessoas e do meio ambiente em nosso país e no planeta.
Nada vai deter a caminhada do povo brasileiro para a valorização de nossa auto-estima como povo e como nação. Os porta-vozes da degradação vivem tentanto desqualificar o povo brasileiro dizendo que não tomamos conta da Amazônia. Tentam desqualificar nossas atitudes, ações, projetos sustentáveis. Por isto estes ideólogos que se dizem passar por ambientalistas, formados em grupos e universidades neocolonizadoras divorciadas do Brasil, querem oprimir nosso povo. Se nossa palavra é nacionalista não tenham dúvida: é brasileira sim. A palavra que está sendo escrita com nossa luta diária, em projetos, cursos de educação ambiental, seminários, eventos, conferências, transformações locais, com resultados de melhores níveis de qualidade de vida para todos. Que não excluem mas elegem nossos mestres, nossa história cultural como referência. Implantamos sim ações sustentáveis que valorizem o povo brasileiro, nossa capacidade intelectual, o meio ambiente e a construção de um país cada vez mais vitorioso e vencedor.
Participando da vigília em defesa da Amazõnia percebemos como o Brasil vem atuando na Amazônia produzindo e construindo a sustentabilidade. Estamos sim construindo um Brasil que produz nossa ideologia da sustentabilidade. Na medida em que o Brasil toma conhecimento como temos sim capacidade de fazermos a gestão sustentável da Amazônia, como podemos melhorar a cada dia esta gestão, vamos com certeza, melhorar a gestão da sustentabilidade de nossas cidades, nossas comunidades, locais de trabalho, escolas, famílias. Não podemos mais admitir que sejamos tratados com tanta intolerância em nosso próprio país. Não podemos aceitar mais a agressão em ambientes, espaços e infraestruturas que foram construídas pelos brasileiros nas quais as pessoas de nosso país não sejam respeitadas. Por isso precisamos elevar e melhorar nossa qualidade de vida em todos ambientes do Brasil. . Como a palavra ecologia (do grego Oikos + Logos) significa conhecer nossa casa, nosso país precisa cuidar melhor dos brasileiros nascidos aqui. Há séculos estamos construindo um país que ainda precisa em muito valorizar sua própria população. Cada pessoa oprimida, que passa fome de pão e de vida digna, nas ruas, nas residências, famílias, locais de trabalho, escolas, instituições, comunidades do campo e das cidades, excluídas por este modelo neocolonizador e degradado que tenta escravizar nosso povo, nosso meio ambiente, clamamos por libertação. Precisamos nos unir pela vida, pelo bem, pela Agenda 21 de uma sociedade digna para todos. Lutamos para que a Justiça Socioambiental no Brasil seja implantada.
O Brasil merece o Brasil porque somos uma nação e um povo que sabe vencer a opressão. Estamos e vamos vencer este jogo, construindo um Brasil sustentável.

Supermercados incentivam uso de sacolas ecológicas nas lojas

Acesso as 12.08 - dia 27/03 http://vamostiraroplanetadosufoco.org.br/supermercados-incentivam-uso-de-sacolas-ecologicas-nas-lojas/

Publicado em 26 de março de 2012 18:56
O consumidor paulista se adapta à nova prática sustentável nos supermercados. A partir de 4 de abril, definitivamente, todos os supermercados substituirão as sacolas descartáveis. O Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), em vigor desde 3 de fevereiro, conscientiza os clientes sobre a importância da mudança de comportamento.

“Todos nós estamos empenhados na causa. O descarte irracional de sacolas traz inúmeros problemas ao meio ambiente. O setor é pioneiro na iniciativa e já é exemplo para todo o Brasil”, disse o presidente da Associação Paulista de Supermercados (APAS) João Galassi.

Cumprimento do TAC

O acordo entre o Ministério Público do Estado de São Paulo, o Procon-SP e a APAS prevê um período de adaptação aos clientes para a substituição das sacolas. Para isso, as lojas devem oferecer gratuitamente uma alternativa até o dia 3 de abril, quando, definitivamente, as sacolas descartáveis serão abolidas no setor.

No Dia do Consumidor (15 de março), as lojas presentearam os seus clientes com uma sacola reutilizável. Quem adquiriu no mínimo cinco itens ganhou uma embalagem ecológica para ser utilizada nas compras. Outra regra do TAC prevê a disponibilização de sacolas econômicas a R$ 0,59.

“O consumidor está mais preparado para, a partir de abril, levar sua sacola reutilizável às compras. A campanha pela substituição da sacola descartável segue forte”, diz o diretor de Sustentabilidade da APAS João Sanzovo.

domingo, 25 de março de 2012

Exclusivo do RS, Lagartinho do Pampa está ameaçado de extinção

ACESSO AS 25.32 http://redeglobo.globo.com/globoecologia/noticia/2012/02/quero-quero-e-coruja-buraqueira-sao-especies-comuns-no-pampa-gaucho.html
O Globo Ecologia deste sábado foi até o Pampa gaúcho conhecer uma espécie de lagarto que só ocorre na região e está ameaçada de extinção. O lagartinho do pampa está presente em apenas quatro municípios do Rio Grande do Sul (Alegrete, Rosário, Quaraí e Livramento) e vem sofrendo ameaça de extinção por conta da sombra das árvores que têm sido plantadas por lá.


Lagartinho do Pampa (Foto: Divulgação)A vegetação característica do bioma Pampa é composta por gramíneas, plantas rasteiras e algumas árvores e arbustos, que podem ser encontrados próximos a cursos d’água. Mas, atualmente, com a inserção de plantações de eucaliptos na região, utilizadas para abastecer a indústria de papel, algumas alterações graves estão ocorrendo no ecossistema local. As árvores de eucaliptos são muito altas e criam muita sombra no Pampa. Diferente de nós, seres humanos, que temos a temperatura do corpo constante, este animal precisa da luz do sol para se aquecer. Com o aumento das áreas de sombra, ele tem desaparecido do bioma.

É o que explica Laura Verrastro, professora do Departamento de Zoologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS):


Professora Laura Verrastro (Foto: Divulgação)“O lagartinho do Pampa só é encontrado neste bioma porque ele precisa ficar próximo de morros de pedra areníticos e balsáticos que se erguem no meio do Pampa. Um estudo demonstrou que cada população deste lagartinho fica restrita a um determinado tipo de cruzamento e isso faz com que ele seja ainda mais vulnerável à ameaça de extinção. Junta-se a restrição de sua ocorrência em apenas quatro municípios em um só estado à restrição de apenas um tipo de cruzamento. Além da falta de intercâmbio genético, esta espécie também muito vulnerável para sofrer alterações ambientes. Então, para qualquer região que ele vá, ele desaparecerá. O mesmo ocorre quando há qualquer alteração em seu habitat”.


Lagartinho do Pampa (Foto: Divulgação)Além do Brasil, o lagartinho do pampa está presente em quatro áreas do Uruguai, que possui o mesmo tipo de ambiente que o nosso. O lagartinho do pampa se alimenta de insetos e aranhas, principalmente. O mais grave da extinção é que o desaparecimento da espécie prejudica a conservação da diversidade do bioma.

“A extinção de uma espécie que existe apenas nesse lugar implica que ela desapareça do mundo. E junto com ela vai desaparecer tudo o que está em harmonia com essa espécie. Os ecossistemas vão desaparecendo por conta da alteração do habitat. Isso gera uma grande perda de biodiversidade. Aqui na UFRGS há um grupo que trabalha com o estudo de espécies de répteis que são exclusivas aos ecossistemas do Sul do Brasil para entender seu funcionamento”, acrescenta Laura.


Lagartinho do Pampa (Foto: Divulgação)A professora e seu grupo de estudos participaram em setembro de 2011 de uma oficina oferecida em São Paulo pelo ICMBio (Instituto Chico Mendes da Conservação da Biodiversidade). No encontro foi feito um plano de ações para a conservação das espécies de anfíbios e répteis do Sul do Brasil.

“Dentro deste plano foram pontuadas várias ações importantes. A partir de 2012 vão acontecer vários tipos de trabalho que visam estudos de nível básico, como o da reprodução e da alimentação dos animais, além da elaboração de textos técnicos que ajudem os órgãos ambientais na preservação dessas espécies”, finaliza.


Quero-quero e coruja buraqueira são espécies comuns no Pampa gaúcho

ACESSO AS 15.25 http://redeglobo.globo.com/globoecologia/noticia/2012/02/quero-quero-e-coruja-buraqueira-sao-especies-comuns-no-pampa-gaucho.html

Espécie comum nos ambientes campestres, o quero-quero foi adotado pelos gaúchos como ave símbolo do Rio Grande do Sul em 1980. Para Felipe Zilio, especialista em aves e doutorando em Biologia Animal pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a eleição tem explicação: o quero-quero faz parte da cultura popular gaúcha e aparece até no cancioneiro regional.

“Creio que a ave foi eleita porque o homem gaúcho tem um vínculo grande com o campo. O quero-quero, cujo nome é uma onomatopéia do som que ele emite, é uma ave de médio porte, com mais ou menos 30 centímetros, comum em gramados, campos de futebol e fazendas. Normalmente, ele se reproduz na primavera, quando mais recursos alimentares estão disponíveis, e a fêmea costuma colocar de três a quatro ovos. O quero-quero se alimenta de larvas de insetos, peixes, crustáceos e artrópodes”, explica.

Com uma faixa preta do pescoço ao peito e um penacho, o quero-quero tem um desenho chamativo de preto, branco e cinzento na plumagem, além de íris e pernas avermelhadas. Conhecido também como sentinela do campo ou espanta-boiada, o pássaro ganhou esses nomes porque, a qualquer sinal de perigo, faz uma grande gritaria. “A ave não é das mais amistosas, mas se adapta bem à cidade. Ela tem um esporão ósseo na ponta das asas, exibido aos rivais ou inimigos sempre que se sente ameaçada”, diz o especialista.

Síndrome da Floresta Vazia é o empobrecimento da biodiversidade

ACESSO AS 15.19 http://redeglobo.globo.com/globoecologia/noticia/2012/03/sindrome-da-floresta-vazia-e-o-empobrecimento-da-biodiversidade.html

Já faz pelo menos 20 anos que se ouve falar sobre “Síndrome da Floresta Vazia”. Foi em 1992 que Kent Redford, o irmão do ator Robert Redford, da série "Indiana Jones", dissertou sobre o esvaziamento e empobrecimento da biodiversidade no artigo “The Empty Forest” (“A Floresta Vazia”), publicado no volume 42 da revista científica BioScience. Utilizado até os dias atuais, o termo é tema do Globo Ecologia deste sábado, que mostra como a fragmentação das florestas, o corte de plantas e a caça ilegal de animais são as principais causas do desaparecimento de espécies. No programa, o professor do Departamento de Ecologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp-Rio Claro), Mauro Galetti, fala sobre a perda delas, seus motivos e consequências.

“Esse conceito surgiu com a constatação do trabalho do americano Kent Redford de que a caça de subsistência ou a comercial está dizimando milhões de animais anualmente nas florestas tropicais”, explica Mauro Galetti, referindo ao diretor do instituto Wildlife Conservation Society (WCS), sediado em Nova York.

A “Síndrome da Floresta Vazia” afeta principalmente as florestas tropicais da Mata Atlântica e da Amazônia. Além da caça de animais de grande porte também são grandes responsáveis por esse fenômeno o corte e a comercialização ilegal de alimentos, como o palmito juçara, e a transformação de trechos do bioma em pasto e agricultura.

“Estima-se que 60 milhões de animais sejam abatidos anualmente somente na Amazônia brasileira. Essa caça é seletiva e afeta principalmente os grandes animais, como antas, macacos veados e porcos do mato. Muitas florestas contínuas já não possuem mais esses grandes vertebrados. Atualmente, mesmo em áreas protegidas a caça é comum. Seja na Amazônia ou na Serra do Mar, a caça ‘esportiva’ ou de subsistência é comum”, explica Mauro Galetti.

A retirada de uma espécie de seu habitat natural é prejudicial para todas as outras do ecossistema. Sem a anta, por exemplo, não há dispersão de sementes, impossibilitando o surgimento de novas árvores. Ela pode ingerir sementes de tamanho grande, que saem em suas fezes, longe de onde foram consumidas. Por outro lado, sem o fruto do palmito juçara, cerca de 60 espécies de aves e mamíferos na Mata Atlântica ficam sem alimentação.

“Coibir a caça seria uma maneira efetiva de se evitar a floresta vazia”, afirma Mauro Galetti.
Proibir o corte de árvores e a transformação de trechos do bioma, também. E, como mostra o Globo Ecologia, é importante que governos, pesquisadores e ativistas continuem investindo em pesquisas científicas, na fiscalização das florestas e na educação ambiental.

Cão-guia. Essa relação é animal!

ACESSO AS 15.01 http://www.ressoar.org.br/dicas_inclusao_sentidos_cao_guia_relacao_animal.asp

Cão-guia. Essa relação é animal!
O cão-guia é uma companhia que necessita de afeto e muitos cuidados. Em ontrapartida, são os olhos fiéis daquele que não vê





Por Daiane Brito - Revista Sentidos

O dito popular diz: “o cão é o melhor amigo do homem”. No caso do cão-guia, além de fazer companhia, o bichinho compartilha do seu faro e da sua agilidade canina para ajudar a melhorar a vida do dono. Pode ser observado que nem todas as pessoas se adaptam ao recurso canino, mas todas aquelas que trocam a tradicional bengala pelo animal garantem que além de um amigo fiel, ganham carinho, amor e dedicação incondicionalmente. “Meu labrador é um pedaço de mim. Talvez o melhor”, revela o consultor em agronegócios Luiz Alberto Melchert, de São Paulo. A advogada paulista Thays Martinez, presidente da ONG IRIS e dona do Diesel, concorda: “O cão-guia é insuperável”.

No Brasil, existem mais de 1,4 milhão de cegos, de acordo com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO). Mas há menos de cem cães-guia em atuação, segundo a Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo. Para a advogada, este número ainda é baixo porque há poucos projetos, o treinamento é complexo e uma das maiores dificuldades é encontrar instrutores capacitados.

Quero um cãozinho! - O primeiro passo é fazer o cadastro em uma instituição especializada. O tempo de espera varia, pois é preciso encontrar um cão compatível com as necessidades de cada pessoa. No caso de Álvaro da Silva, de Itajaí (SC), levou cinco meses para ganhar da Escola de Cães-Guia Helen Keller (SC) o golden retrivier Rama, e para a consultora de inclusão social Jucilene Braga, a fila andou, e em nove meses recebeu Charlie, da IRIS (SP). Para José Carvalho o processo não foi tão eficiente quanto gostaria, e o servidor público aguardou por mais de quatro anos na ONG Integra (DF).

Thays explica que o candidato deve ter condição boa de mobilidade, noções de ambiente, responsabilidade e principalmente gostar de animais. “É preciso querer muito. O cão-guia não é apenas um instrumento. Ele faz isso pelo afeto ao seu dono. O amor é a sua recompensa”. A advogada conta que seu primeiro cão-guia, o Boris, a ajudou a romper barreiras, e que a amizade e a intimidade entre ambos foram marcantes em sua vida. Além disso, ele tinha uma capacidade incrível de memorizar lugares e endereços. “Um lia o pensamento do outro”.

O psicólogo George Harrison, diretor do Instituto Cão-Guia Brasil (RJ), acredita que é preciso incentivo não apenas do governo, mas de empresas e de toda a sociedade para aumentar o número de beneficiados. “Meu sentimento na hora da entrega do cão, por ver a felicidade da pessoa e saber o quanto a vida dela vai mudar, só se compara ao nascimento dos meus filhos”, revela. No Instituto Cão-Guia Brasil, assim como no IRIS, há mais de 3 mil pessoas aguardando na fila. Por serem organizações sem fins lucrativos, precisam de parcerias, principalmente com canis.



Tenho e recomendo - José Carvalho é morador de Cataguases (MG), está hoje com 50 anos, e aos 6 foi diagnosticado com retinose pigmentar. A partir dos 36 anos, passou a precisar de auxílio para se locomover. Mas foi há apenas cinco anos que tudo mudou em sua vida. “Deixei de depender das pessoas para, por exemplo, ir ao barbeiro. A Frig (nome de sua cadela) guia com maestria e eficiência, além de ser muito simpática e adorar mimos de todos que nos abordam. Aprendo a cada dia com minha companheira. Ela faz parte de mim”.

Álvaro da Silva, um professor de 49 anos, teve complicações em uma cirurgia de miopia aos 18. Está com o cãozinho Rama desde 2010. “É imensurável o ganho com a presença do meu amigo. Independência, qualidade de vida, segurança, afetividade e tantas outras vantagens que posso resumir em cidadania, ou melhor, o resgate dela”.

Jucilene, que mora em São Paulo e tem 30 anos, perdeu a visão aos 5 após um tiro acidental de espingarda de chumbinho. E em 2007, ganhou o Charlie. “Não só minha velocidade de caminhar mudou, mas também a forma como as pessoas começaram a me encarar. Tenho muita gratidão, porque ele é meu amigo, meu fiel companheiro quem me tira de perigos...Enfim, é simplesmente maravilhoso”.

Já o paulistano Luiz Alberto, de 55 anos, perdeu a visão aos 14 por glaucoma congênito. Está no seu quarto cão e desde 2005 conta com a companhia do Sambucan Y. “Seria mais fácil me perguntar se sou capaz de imaginar a vida sem um cão- guia, pois os tenho faz tanto tempo que não sei como é viver sem eles”.

O Cão-Guia - As raças mais utilizadas para o treinamento de um cão-guia são golden retriever e labrador, pelo temperamento dócil, fácil adaptação e porte físico. A formação tem início com a seleção genética e comportamental. A partir dos dois meses de idade, o cão é adotado por uma família voluntária para o processo de socialização. O interessado em ser voluntário precisa se cadastrar e passar pela entrevista da instituição. Depois de selecionado, receberá instruções de como iniciar a educação do animal. No início, os comandos são simples, como ensiná-lo a sentar, parar, obedecer ordens pelo nome e a fazer as necessidades fisiológicas nos lugares certos. O mais importante nesta fase é levar o filhote para todos os ambientes, até mesmo ao trabalho, pois o cão precisa conhecer atividades cotidianas e se adaptar a lugares movimentados, como shopping, supermercado, restaurante, trem, ônibus e até o trânsito. “São 24 horas por dia e sete dias por semana com a Europe. É preciso muito amor e dedicação, haja vista que ela será os olhos de alguém”, explica o economista Luciano Bellocchi, voluntário do Projeto Cão-Guia, do Sesi-SP.

As despesas com ração e acompanhamento veterinário são custeadas pelas instituições ou arcadas pela família, dependendo do projeto. O voluntário precisa estar ciente de que o filhote não é um animal de estimação, e sim que está sendo preparado para ser um trabalhador. Quando o animal completa 1 ano, está pronto para voltar à instituição e iniciar o treinamento. “Vai ser triste quando a Europe for embora, mas já me preparei, sei que é por um bem maior”, diz Bellocchi.

“Habilitação canina” - No treinamento específico, o cão aprende a desviar de obstáculos, perceber o movimento do trânsito, identificar objetos, encontrar a entrada e saída de diferentes locais, entre diversas outras atividades. De seis a oito meses já estará pronto para ser entregue ao usuário. O novo dono também recebe instruções dos comandos necessários para o cão conseguir guiá-lo. Além de aprender como cuidar do seu novo amigo. Esta fase é chamada de ‘treinamento de time’, que dura em média um mês. “Inicialmente foi difícil deixar a bengala para iniciar com o cão, mas aos poucos fui tendo segurança e confiança. Hoje somos um”, conta o catarinense Álvaro.

A dupla recebe auxílio do projeto com acompanhamento periódico para avaliar a evolução do trabalho e verificar se o animal está recebendo o tratamento correto. Em geral, um cão-guia está apto para trabalhar até os 8 anos e depois precisa ser aposentado. Ele também deve e pode ter uma vida normal, como qualquer cão que brinca com crianças, corre em parques e se diverte com o seu dono. Mas enquanto estiver guiando, deve ter seu trabalho respeitado. Um desvio de atenção pode ocasionar uma queda ou até um acidente mais grave. Interagir com o animal não está proibido, desde que seja em seu momento de descanso. “Tenho feito vários amigos por meio do meu príncipe Charlie”, conta Jucilene. O mineiro José Carvalho concorda: “A Frig é responsável pela elevação da minha autoestima. Ela me proporciona mais contato social”.

O usuário de cão-guia pode ingressar e permanecer em ambientes de uso coletivo assegurado pela Lei nº 11.126, de 2005. “Já tive problemas para entrar em táxis, restaurantes e supermercados. Mas informo meus direitos e se necessário mostro a documentação e o pedido de desculpa vem logo em seguida”, esclarece Jucilene.

Associação da Guatemala transforma bicicletas velhas em “bicimáquinas”

ACESSO AS 14.55 - 25/03 http://www.ressoar.org.br/dicas_reciclagem_associacao_guatemala_bicicletas_bicimaquinas.asp

Reciclagem de bicicleta não é nenhuma novidade. Mas uma organização sem fins lucrativos chamada de Associação Maya Pedal, com sede em San Andrés Itzapa, na Guatemala, está transformando peças de bicicleta em máquinas sem eletricidade movidas a pedal, chamadas de "bicimáquinas".

Fundada pelo engenheiro e entusiasta de bicicleta Carlos Marroquin, a organização aproveita as bicicletas doadas pelos Estados Unidos e o Canadá, para realizar uma série de tarefas que normalmente exigiriam eletricidade, que é muitas vezes indisponível nas pequenas aldeias do país.

Além de liberar o usuário de custos crescentes da energia, a máquina pode ser usada em qualquer lugar, é fácil de manter, não polui e fornece um exercício saudável.



Cada bicimáquina é feita à mão na associação, por voluntários de vários lugares do mundo que operam em serviços de reparação de bicicletas, utilizando uma combinação de motos antigas, madeira, concreto e metal.

Entre as criações inspiradoras estão um debulhador de milho, que é uma máquina de bicicletas adaptadas para uma fábrica de moer, e uma bomba de água, que pode elevar a água de cinco a dez litros por minuto a partir de poços e furos até 30 metros de profundidade. Assim como liquidificadores, que servem para fazer sabonetes e xampus, bem como produtos alimentares.

Além da construção de bicimáquinas, a associação oferece um serviço de reparação de bicicletas assim como vendas de motos usadas. A Maya Pedal trabalha também com uma série de parceiros locais, ONGs, cooperativas agrícolas e produtores orgânicos.

Acesso à agua potável aumenta, mas mundo ainda sofre com falta de saneamento

ACESSO AS 14.48
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Acesso à agua potável aumenta, mas mundo ainda sofre com falta de saneamento

Por Diogo Silva

No início do mês de março, a UNICEF e a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgaram o relatório “Progress on Drinking Water and Sanitation 2012” (Progresso sobre Água Potável e Saneamento 2012), onde consta que o mundo alcançou a meta do Objetivo de Desenvolvimento do Milênio (ODM) de reduzir, pela metade, a proporção de pessoas sem acesso à agua potável segura. Mais de 2 bilhões de pessoas passaram a ter acesso a fontes de água melhoradas, como poços protegidos e abastecimento canalizado.

De acordo com o relatório, no final de 2010, 89% da população mundial (6,1 bilhões) dispunha de água potável, 1% a mais do que os 88% da meta do ODM. A UNICEF e a OMS esperam que, até 2015, 92% da população mundial terá acesso a esse recurso.

As organizações, porém, chamam a atenção para os 11% dos habitantes do planeta (783 milhões de pessoas) que ainda não dispõem de água potável e para os 37% sem acesso a serviços de saneamento básico (2,5 bilhões de pessoas). “Os números ainda são chocantes, mas os progressos anunciados demonstram que as metas dos ODM podem ser alcançadas, com vontade, esforço e fundos”, disse Anthony Lake, diretor executivo do UNICEF, durante o lançamento do relatório.

Disparidade entre regiões – Apesar dos números globais parecerem positivos, eles encobrem grandes diferenças entre regiões, além das disparidades internas encontradas em alguns países. A situação mais crítica é encontrada na África subsaariana, onde apenas 61% das pessoas tem acesso à água potável. Esse índice, na América Latina e Caribe, Norte da África e algumas regiões da Ásia, por exemplo, chega a 90%. “Alcançamos uma meta importante, mas não podemos ficar por aqui. O nosso próximo passo deve ser chegar às pessoas que são mais difíceis de alcançar, os mais pobres e mais desfavorecidos. A Assembleia-geral das Nações Unidas já reconheceu a água potável e o saneamento como direitos humanos, o que significa que temos de assegurar que todas as pessoas tenham acesso aos mesmos”, disse o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon.

No Brasil – Segundo o Diagnóstico dos Serviços de Água e Esgotos 2009, publicado pela Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental em 2011, 81,7% da população brasileira é atendida por serviços de abastecimento de água e 44,5% dispõe de coleta de esgoto. Em comparação a 2008, o índice de abastecimento de água registrou crescimento de 0,5 ponto percentual. Já a coleta de esgoto, apesar de registrar oscilação positiva, ainda não atende a mais da metade das residências brasileiras.

As disparidades entre as regiões brasileiras são visíveis. A região sudeste, a melhor servida por serviços de água e esgoto, registra índice de atendimento de 90,6% (água) e 68,2% (esgoto), enquanto as regiões Norte e Nordeste registram, respectivamente, 58,5% (água) e 6,2% (esgoto) e 69,7 (água) e 19,7% (esgoto).

Para Albano Araújo, coordenador da estratégia de água doce da organização The Nature Conservancy, a questão do acesso à água potável e saneamento, no país, é uma questão de prioridade de investimentos. “Durante décadas as ações de captação e tratamento de esgotos, especialmente, não foram prioritárias porque elas não dão o mesmo retorno político das ações mais visíveis, como construção de estradas, pontes, monumentos, etc. Atualmente, uma parte do nosso déficit nesta área seria coberto com as ações do PAC, mas, ainda assim, não se resolveria o problema completamente”, diz Araújo.



10 dicas para ser sustentável no supermercado

Acesso as 14.39 - 25/03 http://www.ressoar.org.br/dicas_saude_10_dicas_sustentavel_supermerdado.asp
Donos e donas de casa sabem que fazer supermercado é uma das tarefas mais importantes da rotina do lar. O que acha de tornar esse momento mais sustentável? Com algumas escolhas simples e pequenas mudanças de atitude é possível abastecer a dispensa e diminuir os impactos no planeta. Selecionamos 10 dicas práticas para levar para o supermercado.

1 - Faça uma lista de compras

Nos dias de hoje, somos incentivados a consumir o tempo todo. Por isso, muitas vezes compramos mais do que realmente precisamos. Para evitar esse consumo abusivo, uma boa dica é fazer uma lista de compras antes de ir ao supermercado. Isso evita aqueles impulsos de levar coisas desnecessárias, como uma bebida que você nem gosta tanto ou um pacote de salgadinhos que engorda e faz um mal danado à saúde.

Se for comprar alimentos perecíveis, leve apenas a quantidade necessária. Fique atento também ao prazo de validade dos enlatados. Comprando apenas aquilo que você sabe que vai consumir você acaba gastando menos e evitando que frutas, legumes, verduras, hortaliças e carnes apodreçam em sua casa ou que produtos passem da validade e acabem no lixo.

2 - Se alimente antes de ir ao supermercado

Parece óbvio, mas é pura verdade. Um estudo mostra que pessoas com fome compram mais comida. Compras desnecessárias tendem a gerar mais lixo e desperdício. Por isso, faça um lanche ou uma refeição e não vá às compras de barriga vazia.

Bem alimentado e com a ajuda de uma lista de compras fica mais fácil comprar somente o que for preciso, pôr em prática o consumo consciente e evitar gastos desnecessários.

3 - Evite as compras de mês

Em vez de ir uma vez só ao supermercado e comprar um estoque mensal de alimentos, prefira ir quinzenal ou semanalmente. Assim você evita comprar produtos que perderão a validade e acabarão no lixo.

Você ainda pode aproveitar e retornar um hábito comum aos nossos pais e avós, mas pouco valorizado nos dias de hoje: as feiras livres. Ali você pode encontrar uma variedade maior de produtos, muito mais saudáveis e saborosos. Mas não se esqueça de comprar apenas o necessário para o seu consumo e de sua família até a próxima feira.

4 - Faça supermercado pela internet

Muitas redes de supermercados já dispõem de serviços de compras pela internet. Se o seu já tiver, use-o. Além de seguro, o serviço poupa combustível (já que a entrega normalmente é sincronizada e feita de uma vez só, por um único veículo), tempo, dinheiro e estresse.

Apenas evite pedir produtos com entrega para o dia seguinte, já que isso geralmente consome muita energia. Também tente fazer as encomendas junto com parentes, amigos e vizinhos. Isso evitará mais gastos com entrega e viagens desnecessárias.

5 - Compre a granel

Em vez de comprar alimentos em embalagens padronizadas, experimente comprar somente a quantidade que você precisa. Além de evitar as embalagens descartáveis, você reduz o desperdício ao levar para casa apenas o que precisa.

Diversas feiras e supermercado dão a opção de compra a granel, alguns são até mais baratos que os tradicionais. É possível inclusive encontrar alimentos orgânicos vendidos em quantidade individual e com preços bem acessíveis. Outra dica é utilizar embalagens retornáveis (como aqueles sacos plásticos vedáveis) e utilizá-los sempre que for comprar determinado produto.

6 - Prefira alimentos sazonais, orgânicos e locais

A natureza não produz bananas ou melancias o ano inteiro. Então de que forma é possível encontrar sempre as mesmas hortaliças, legumes, verduras e frutas nos supermercados? Ora, cultivando de maneira a induzir a frutificação. Isso significa usar uma grande quantidade de água e agrotóxicos e lançar poluentes no solo. Na feira, portanto, fique atento à temporada e compre somente o que estiver dentro da estação. Você estará levando para casa alimentos mais saudáveis, que agrediram menos a natureza e que certamente terão um sabor bem melhor.

Sempre que possível, procure ainda comprar alimentos orgânicos. Eles normalmente trazem um selo de garantia e foram cultivados naturalmente, sem nenhum tipo de inseticida ou modificação genética. Fazem bem à saúde e são muito mais saborosos. Diversos estudos demonstram que a exposição humana a pesticidas pode causar problemas neurológicos, vários tipos de câncer, danos ao sistema imunológico e redução na fertilidade. Além disso, os agrotóxicos também contaminam a água e o solo.

Também prefira os alimentos que são cultivados dentro do perímetro da sua região, que geralmente emitem menos carbono na atmosfera durante o transporte e estimulam os produtores locais. Mas tome cuidado para não comprar alimentos cultivados em estufas aquecidas com energias não-renováveis, mesmo que elas estejam próximas a você.

7 - Não compre produtos de empresas irresponsáveis

Como consumidores, nós temos um grande poder de influenciar e mudar as práticas das empresas. Ao comprar produtos de marcas que agem de forma consciente e sustentável e que respeitam o meio ambiente, a cultura e a comunidade, e boicotar aquelas que atuam de forma oposta, você estará ajudando a mudar a realidade.

Grandes empresas já sofreram boicote e viram seus produtos serem deixados nas prateleiras como forma de protesto dos seus consumidores. Entre as críticas mais comuns estão as péssimas condições trabalhistas as quais estão sujeitos os empregados (algumas vezes, até crianças) e a degradação ambiental causadas pelos seus produtos.

8 - Não manipule alimentos na hora da escolha

Toda vez que você manipula algum alimento, como frutas, verduras e legumes, você reduz a sua vida útil e aumenta as chances de desperdício. Por isso, evita ao máximo o contato na hora da escolha.

Quando for à feira ou ao supermercado, escolha com os olhos e pegue nos alimentos somente depois que decidir qual irá levar.

9 - Recuse sacolas plásticas

Se for comprar pouca coisa, recuse a sacola plástica e leve os produtos em uma ecobag ou mesmo na bolsa ou mochila. Assim você reduz o consumo de plástico e vira um propagador da consciência ambiental.

Não deixe de explicar por que você está abrindo mão da sacolinha plástica e mostre que é possível carregar suas compras sem consumir mais plástico. E se as compras foram grandes, opte por ecobags resistentes, caixotes ou carrinhos e ajude a preservar o planeta.

10 - Cozinhe em quantidade e congele

Quando já estiver em casa com suas compras, separe um dia para preparar várias refeições para todo o mês ou a semana. Depois basta guardar no freezer e reaquecer no dia de consumi-la. Essa prática ajuda a economizar ingredientes e energia.

Os processos de descongelar e esquentar são mais econômicos do que se você fosse preparar todo o alimento de novo. Cada vez que você vai para a cozinha preparar uma refeição você consome uma enorme quantidade de água, eletricidade (geladeira, microondas, liquidificadores, etc), gás e também de alimentos, já que sempre sobra um pedaço de legume ou um punhado de tempero que termina no lixo.

Fazer tudo de uma vez evita esse tipo de desperdício e ainda poupa tempo para os próximos dias, e principalmente nao esqueça a sua sacola retornável


quinta-feira, 22 de março de 2012

O Mundo maravilhoso das plantas

Acesso as 22.53 - 22/03 http://institutofuturista.blogspot.com.br/2007/05/o-mundo-maravilhoso-das-plantas.html

De tudo aquilo que se sabe, poderá ser afirmado que as plantas são organismos com maior êxito do que os animais. Foram elas as primeiras a colonizar o meio terrestre e só após este processo é que foram criadas as condições para que os animais o invadissem. Para além disso, elas são a base de todas as cadeias alimentares.


No mundo das plantas vamos encontrar as mais variadas adaptações, que lhes permitem sobreviver nos locais mais inóspitos, onde nenhum animal conseguiria prosperar. Simples, ou mais complexas, elas colonizaram quase toda a superfície do nosso planeta, desde as neves do pólos, às luxuriantes florestas húmidas do equador. Para elas só são essenciais quatro factores: água, luz, calor e sais minerais. Parece uma lista pouco exigente, mas é ainda mais espectacular se pensarmos em como são módicas as quantidades de que algumas delas precisam. Qualquer local que possa fornecer um mero vestígio de sais minerais, água, calor e luz, ainda que por um período limitado de tempo no ano, é certamente colonizado por algum tipo de plantas.

Existe apenas uma única situação a que não conseguem sobreviver: as acções violentas da humanidade. Exploramo-las de uma forma pouco consciente desde que surgimos no planeta como espécie, mas hoje em dia fazêmo-lo a uma escala sem precedentes. Colocamo-nos em risco ao esquecermos de que dependemos fortemente das plantas, pois é infindável a lista de utilizações que diariamente fazemos delas. Raras são as vezes em que nos ocorre, quando bebemos mais um copo de vinho, lemos o nosso livro de cabeceira ou lavamos a nossa camisola de algodão, que somos actores em histórias escritas, não por nós, mas por elas, histórias que não são mais do que estratégias extremamente bem sucedidas nas suas campanhas de reivindicação, para as suas espécies, dos recursos a que têm direito na sua vida na Terra.
Acesso as 22.53 - 22/03

Não agrida a natureza

Acesso as 22.43 - 22/03

http://www.portalangels.com/artigos/ensinamentos-de-jesus/nao-agrida-a-natureza.html

O mundo foi criado por Deus para que o homem pudesse evoluir e viver em sintonia com a natureza.
“Deus abençoa a terra que recebe a chuva,
a qual muitas vezes cai sobre ela e produz plantas úteis para aqueles que trabalham nela.” (Hebreus, 6: 7)
A Terra está para o homem como seu próprio corpo, também criado por Deus

Prefeitura de Itapevi apoia campanha sustentável

Acesso as 22.27 - 22/03 http://vamostiraroplanetadosufoco.org.br/prefeitura-de-itapevi-apoia-campanha-sustentavel/ Os supermercados de todo o Estado de São Paulo substituirão definitivamente as sacolas descartáveis a partir do dia 4 de abril. A Prefeitura de Itapevi, no interior de São Paulo, atenta à campanha sustentável do setor, apoia a iniciativa e ajudará na conscientização dos consumidores. A prefeita Ruth Banholzer, o vice-prefeito Jaci Tadeu da Silva, o vereador Paulo Rogiério de Almeida e o secretário do Meio Ambiente Evangelista Limas reuniram-se com supermercadistas no último mês para planejar a ação. “Queremos efetivar a conscientização junto à população e empresários da cidade”, disse a prefeita. “Esta é a segunda reunião sobre o assunto. Planejamos expandir o projeto para o todo o comércio local, até mesmo para os feirantes. O mais importante é a conscientização da população sobre os malefícios do descarte incorreto”, disse o secretário do Meio Ambiente Evangelista Limas. O encontro aconteceu no CEMEB Bemvindo Moreira Nery e também tratou das regras do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado entre o Ministério Público Estadual, o Procon-SP e a Associação Paulista de Supermercados (APAS). TAC O acordo prevê um período de adaptação dos consumidores à nova prática sustentável. As redes de supermercados, até 3 de abril, devem continuar disponibilizando um meio gratuito para o transporte de mercadorias para no dia 4 deixarem de distribuir ou vender as sacolas descartáveis. Os consumidores, então, devem levar de casa suas sacolas reutilizáveis ou optar por outra alternativa ecológica, como caixas de papelão e carrinhos ecológicos. Leia aqui a íntegra do TAC. Legenda da foto acima: O diretor da APAS Distrital Oeste José Eduardo de Carvalho fala para supermercadistas e representantes do poder municipal de Itapevi sobre as ações do TAC

AJUDE A PRESERVAR PARA TER UM MUNDO SUSTENTÁVEL

Acesso as 21.55 - 22/03 http://www.serimaq.com.br/ Conscientização! Esta não deve ser apenas uma palavra, mas também deve ser um estilo de vida. A GREEN BAGS SACOLAS em parceria com a SERIMAQ tem uma grande preocupação com a natureza e, por isso, seus produtos são ecologicamente corretos e não agridem a natureza. Desta forma ajudamos na preservação da natureza e buscamos o bem-estar de todos trazendo aos nossos clientes um produto diferenciado, com consciência e com extrema qualidade. Mostre que você também se preocupa com a natureza e quer um mundo melhor presenteando seus amigos e clientes com produtos diferenciados da GREEN BAGS juntamente com sua nova parceira SERIMAQ.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Como evitar o aquecimento Global no planeta Terra

Acesso as 22.17 - 19/03 http://www.tudolink.com/aquecimento-global/ Talvez essa pequena frase: Aquecimento Global ! , nunca não foi tão ouvida, mostrada e discutida seja por cientistas, estudiosos, professores, alunos, chefes de estado e até mesmo por pessoas legias no assunto. Afinal nunca foi tão vísivel os efeitos do mal uso do nosso dos recursos do nosso planeta Terra e assim como na física: Para toda ação existe uma reação !. O planeta Terra simplesmente está tento uma reação, através da natureza, com tempestades, furacões, terremotos, tsunami’s e demais catastrofes naturais. No entanto o famoso Protocolo de Quioto ( ou Protocolo de Kyoto ), um tratado internacional com compromissos mais rígidos para a redução da emissão dos gases que provocam o efeito estufa, não foi assinado por alguns paises desenvolvidos com elevado indíce de poluição como é o caso do EUA. Sendo assim fica realmente díficil, afinal o planeta é a casa de todos nós e todos temos que cuidar dele juntos, pois enquanto todos os governantes de todos os países não se conscientizarem nem a descoberta de um novo planeta poderá nos salvar ! :-( Como podemos evitar o aquecimento global Neste mundo nunca é tarde para iniciar uma mudança, e com o efeito global essa regra também é válida, pois se cada um de nós fazer a sua parte ajudando com atitudes simples, podemos diminuir e até mesmo evitar os efeitos do aquecimento global, abaixo segue algumas dicas de como evitar o aquecimento global. - Utilizar combustíveis menos poluentes, no caso dos carros uma boa alternativa é o etanol que poluí menos, no futuro próximo teremos os carros elétricos sendo vendidos a larga escala, que diminuirão e muito a poluição causada com os modelos atuais. - Além da questão do combustível, é sempre importante verificar a regulagem do motor, pois um motor desregulado consume mais combustível e consequentemente poluí mais. - Se puder deixar seu carro na garagem e utilizar outros meios de transporte, como ir a pé ao trabalho ou de bicicleta, além de estar ajudando a diminuir o aquecimento global, você estará ajudando a manter a sua saúde em dia e o corpo em forma. - Prefira produtos reciclados, e recicle sempre que puder, pois reciclando ou utilizando produtos recicláveis você esta ajudando a combater o efeito estufa, uma vez que é preciso menos energia para reciclar um material do que cria-lo de material virgem. - Nunca jogue bitucas de cigarros ou qualquer outro material com fogo na beira das estradas, pois além do perigo de causar grande incêndios as queimadas também são grandes vilãs do aquecimento global. Bem, agora que você esta sabendo um pouco mais sobre o aquecimento global, e como evita-lo é hora de fazer a sua parte e convencer a todos que estão a sua volta fazer o mesmo, somente assim poderemos evitar o aquecimento global, e ter um planeta melhor para todos nossos.

Como será o Meio Ambiente em 2060?...

Acesso as 21.44 - 19/03 http://alertaparacatu.blogspot.com.br/2012/01/como-sera-o-meio-ambiente-em-2060.html Como será o futuro de nossos filhos, netos e bisnetos em 2060 se nós não preservar o meio ambiente e qual será o futuro destes seres humanos?... Vamos todos juntos refletirmos de como será o futuro de nossos filhos, netos e bisnetos em 2060 se nós não preservarmos o meio ambiente, tudo estará terminado com a falta d’água, florestas, matas e nascentes de água potável, a raça humana passara por uma transformação cruel e triste, vamos todos fazer uma reflexão de como será em 2060. As crianças que está nascendo hoje terão uma vida preocupante com o que esta acontecendo com o meio ambiente, mas vivera uma vida mais tranqüila, pois ainda tens água potável em abundancia e alimentação saudável, porque ainda existem as matas as florestas, mas o que hoje possui esta sendo destruído pela as mãos do homem, a ganância para conquistar um pedaço de terra para fazer o plantio da agricultura, estar no poder do dinheiro, de ser mais do que o outro e ter carrões, fazendas e outras benfeitorias, isso chamamos de ganância por dinheiro, mas vamos um pouco mais distantes onde o homem destrói a natureza, as industrias e empresas jogando produto tóxicos na atmosferas poluindo o ar em que respiramos, jogando uma poeira no ar invisível que se chama “arsênio” onde respiramos essa poeira que nos causa o câncer de varias formas, e tudo isso poderia ser evitado se o homem respeitasse mais o meio ambiente, que hoje esta pedindo socorro e o planeta terra já não agüenta mais, esta sendo destruindo toda a biodiversidade. Como será a aparência de nossos filhos, netos e bisnetos daqui 50 anos ao chegar nesta data?... Eles terão sérios problemas renais, porque irá tomar pouca água. Creio que resta pouco tempo se não preservar as nascentes de água, matas ciliares, florestas e as áreas de preservação permanentes, pois haverá falta d’água no planeta. Os cidadãos ao chegar em 2060, irão dizer como era a vida e o meio ambiente em 2010 e poder descrever de como era tudo belo. Um pai vivendo nos anos de 2060 chega ao filho e diz: Filho eu me recordo que em 2010 eu tinha cinco anos de idade, tudo era muito diferente de hoje. Em 2010 havia muitas arvores nos parques, as casas tinham bonitos jardins e eu podia desfrutar de um banho de chuveiro por aproximadamente em uma hora e agora em 2060 temos que usar toalhas em azeite mineral para limpar a pele. Antes todas as mulheres mostravam as suas formosas cabeleiras, mas agora raspamos a cabeça para mante-la limpa sem água. Antes meu pai lavava o carro com a água que saia de uma mangueira e hoje os meninos não acreditam que utilizávamos a água dessa forma. Recordo que havia muitos anúncios que diziam para “CUIDAR DA ÁGUA”, só que ninguém lhe dava atenção, pois pensávamos que a água jamais poderia terminar e ter falta dela. Agora todos os rios, barragens, lagos e mantos aqüíferos estão irreversivelmente contaminados ou esgotados. Imensos desertos constituem a paisagem que nos rodeiam por todos os lados, as infecções gastrointestinais, enfermidades da pele e das vias urinarias são as principais causas de morte. A indústria esta paralisada e o desemprego são dramáticos, as fabricas dessalinizadoras são a principal fonte de emprego e pagam os empregados com água potável em vez de salário. Os assaltos por litro de água são comuns nas ruas desertas, já a comida é 80% sintética. Antes, a quantidade de água indicada como ideal para beber era de oito copos por dia, por pessoa adulta e hoje só podemos beber meio copo, as roupas são descartável, o que aumenta grandemente a quantidade de lixo. Tivemos que voltar a usar as fossas sépticas como no século passado, porque a rede de esgoto não funciona mais por falta de água, a aparência da população e horrorosa, corpos desfalecidos, enrugados pela a desidratação, cheios de chagas na pele, pelos raios ultravioleta que já não tem a capa de ozônio que filtrava na atmosfera. Com o ressecamento da pele um jovem de 20 anos parece ter 40 anos de idade. Os cientistas investigam, mas não há solução possível, não se pode fabricar água, oxigênio e também esta degradando por falta de arvores o que diminui o calefaciente intelectualmente das novas gerações. Alterou-se a morfologia dos gametas de muitos indivíduos, como conseqüências, há muitas crianças com insuficiência, nutrições e deformações. O Governo até nos cobra pelo o ar em que respiramos: 137m3 por dia e por habitantes adultos e quem não pode pagar é retirado das “zonas ventilada”, que estão dotadas de gigantescos pulmões mecânicos que funcionam com energia solar. O ar em que respiramos não é de boa qualidade, mas se pode respirar, pois a idade media é de 35 anos. Em alguns países restam manchas de vegetação com os seus respectivos no que é fortemente vigiado pelo exercito, a água tornou-se um tesouro muito cobiçado, mais do que o ouro ou os diamantes. Aqui há arvores porque quase nunca chove e quando chega a ocorrer uma precipitação é chuva acida. As estações do ano foram severamente transformadas pelas provas atômicas e pela poluição das indústrias do século XX. Em 2010 fomos advertidos que era preciso cuidar e preservar o meio ambiente, mas ninguém fez caso e nem se preocupava com a natureza. Quando minha filha me pede que lhe fale de quando eram os jovens em 2010, descrevo de como era lindo os bosques, matas, rios, córregos e água cristalinas e também falo da chuva e das flores, do agradável que era tomar banho em cachoeiras e poder pescar nos rios e barragem, beber toda água que quisesse. Pois é!... Em 2010 o quanto éramos saudáveis!... E ainda minha filha me perguntou-me: Papai!... Porque a água acabou?... Olha me deu uma dor em meu peito e me senti um nô na garganta, mas não posso me deixar de sentir culpado, porque pertenço a geração que acabou de destruir o meio ambiente, sem prestar atenção a tantas avisos e alertas, pois cada cidadão tens de fazer a sua parte de preservar o meio ambiente. Agora nossos filhos, netos e bisnetos estão pagando um alto preço, tudo isso pela ignorância e a ganância do poder do homem, de achar que ele é o poderoso. Sinceramente, creio que a vida na terra já não será possível dentro de muito pouco tempo porque a destruição do meio ambiente chegou ao um ponto irreversível. Como gostaria de voltar atrás e fazer com que toda a humanidade compreendesse isso... Enquanto ainda era possível fazer algo, para salvar a o nosso planeta terra. Ai podemos ver como será o planeta terra daqui 50 anos e como será o futuro de nossos filhos, netos e bisnetos. Paramos para refletir e buscar o quanto é importante para o planeta terra e para os seres humanos a preservação do meio ambiente, vamos juntos salvar a biodiversidade e é preciso que todos se unam nesta área, que é meio ambiente e faça sua parte, denuncie todas as irregularidades, sua imagem será preservada por lei, vá a Policia Militar através 190 e faça a sua denuncia sem se identificar, procure a Policia Civil, Bombeiros Militares, Ministério Publico e Órgãos Ambientais, faça sua parte, pois é o seu futuro e de seus filhos, netos e bisnetos. Vamos todos juntos salvar o que ainda nos resta no planeta, pois o Planeta Terra pede socorro e “Água que esta com sede de Água”. Após ter feito esta reflexão em que você acabou de tomar conhecimento, vamos juntos se unir e “Denunciar” os crimes ambientais, entre em contato com as autoridades ambientais, Policia Militar (190), Policia Civil, Corpo de Bombeiro Militar ou procure o Ministério Publico de sua cidade. “Estamos de OLHOS ABERTOS” “DENUNCIE CRIMES AMBIENTAIS” Carlos Roberto Lino Auditor e Perito Ambiental Carlosaud.periciambiental@gmail.com

O preço de não escutar a natureza

Acessoas 21.11 - 19/03 Publicado por editor em 15 de janeiro de 2011 http://www.oarcanjo.net/site/index.php/reflexao/o-preco-de-nao-escutar-a-natureza/ Leonardo Boff O cataclisma ambiental, social e humano que se abateu sobre as três cidades serranas do Estado do Rio de Janeiro, Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo, na segunda semana de janeiro, com centenas de mortos, destruição de regiões inteiras e um incomensurável sofrimento dos que perderam familiares, casas e todos os haveres tem como causa mais imediata as chuvas torrenciais, próprias do verão, a configuração geofísica das montanhas, com pouca capa de solo sobre o qual cresce exuberante floresta subtropical, assentada sobre imensas rochas lisas que por causa da infiltração das águas e o peso da vegetação provocam frequentemente deslizamentos fatais. Culpam-se pessoas que ocuparam áreas de risco, incriminam-se políticos corruptos que distribuíram terrenos perigosos a pobres, critica-se o poder público que se mostrou leniente e não fez obras de prevenção, por não serem visíveis e não angariarem votos. Nisso tudo há muita verdade. Mas nisso não reside a causa principal desta tragédia avassaladora. A causa principal deriva do modo como costumamos tratar a natureza. Ela é generosa para conosco pois nos oferece tudo o que precisamos para viver. Mas nós, em contrapartida, a consideramos como um objeto qualquer, entregue ao nosso bel-prazer, sem nenhum sentido de responsabilidade pela sua preservação nem lhe damos alguma retribuição. Ao contrário, tratamo-la com violência, depredamo-la, arrancando tudo o que podemos dela para nosso benefício. E ainda a transformamos numa imensa lixeira de nossos dejetos. Pior ainda: nós não conhecemos sua natureza e sua história. Somos analfabetos e ignorantes da história que se realizou nos nossos lugares no percurso de milhares e milhares de anos. Não nos preocupamos em conhecer a flora e a fauna, as montanhas, os rios, as paisagens, as pessoas significativas que aí viveram, artistas, poetas, governantes, sábios e construtores. Somos, em grande parte, ainda devedores do espírito científico moderno que identifica a realidade com seus aspectos meramente materiais e mecanicistas sem incluir nela, a vida, a consciência e a comunhão íntima com as coisas que os poetas, músicos e artistas nos evocam em suas magníficas obras. O universo e a natureza possuem história. Ela está sendo contada pelas estrelas, pela Terra, pelo afloramento e elevação das montanhas, pelos animais, pelas florestas e pelos rios. Nossa tarefa é saber escutar e interpretar as mensagens que eles nos mandam. Os povos originários sabiam captar cada movimento das nuvens, o sentido dos ventos e sabiam quando vinham ou não trombas d’água. Chico Mendes com quem participei de longas penetrações na floresta amazônica do Acre sabia interpretar cada ruído da selva, ler sinais da passagem de onças nas folhas do chão e, com o ouvido colado ao chão, sabia a direção em que ia a manada de perigosos porcos selvagens. Nós desaprendemos tudo isso. Com o recurso das ciências lemos a história inscrita nas camadas de cada ser. Mas esse conhecimento não entrou nos currículos escolares nem se transformou em cultura geral. Antes, virou técnica para dominar a natureza e acumular. No caso das cidades serranas: é natural que haja chuvas torrenciais no verão. Sempre podem ocorrer desmoronamentos de encostas. Sabemos que já se instalou o aquecimento global que torna os eventos extremos mais frequentes e mais densos. Conhecemos os vales profundos e os riachos que correm neles. Mas não escutamos a mensagem que eles nos enviam que é: não construir casas nas encostas; não morar perto do rio e preservar zelosamente a mata ciliar. O rio possui dois leitos: um normal, menor, pelo qual fluem as águas correntes e outro maior que dá vazão às grandes águas das chuvas torrenciais. Nesta parte não se pode construir e morar. Estamos pagando alto preço pelo nosso descaso e pela dizimação da mata atlântica que equilibrava o regime das chuvas. O que se impõe agora é escutar a natureza e fazer obras preventivas que respeitem o modo de ser de cada encosta, de cada vale e de cada rio. Só controlamos a natureza na medida em que lhe obedecemos e soubermos escutar suas mensagens e ler seus sinais. Caso contrário teremos que contar com tragédias fatais evitáveis.

Vamos salvar nossa natureza!!!

Aesso 19/03 - as 10.52http://www.oarcanjo.net/site/index.php/jovens/vamos-salvar-nossa-natureza/ As florestas que são tão importantes pois são elas que fornecem quase todo o ar que respiramos estão pedindo socorro,pois se o desmatamento continuar do jeito que está elas podem deixar de existir.E isso tudo por causa da ganância de algumas pessoas que estão preferindo trocar a vida na Terra pelo dinheiro.È bom essas pessoas acordarem e pararem com essa escolha ,de tomar consciência ou tempos difíceis estarão por vir.O texto abaixo é do Greenpeace que fala sobre como podemos salvar a maior floresta do mundo a Amazônia: O Brasil precisa adotar imediatamente um programa nacional de combate ao desmatamento na Amazônia, com apoio financeiro da comunidade internacional. O programa criaria uma força-tarefa interministerial, com a participação de entidades representativas da sociedade civil e dos setores produtivos, para deter o avanço do desmatamento e reduzi-lo a zero. Entre as medidas necessárias para impedir uma maior destruição da Amazônia, destacamos: • A implementação dos compromissos nacionais e internacionais assumidos em 1992 durante a Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB); • A destinação das áreas griladas na região amazônica (que, de acordo com dados das CPI da Grilagem chegam a 100 milhões de hectares, ou 20% da Amazônia Legal) para a criação de áreas de proteção como parques e reservas extrativistas de uso sustentável; • A implantação das unidades de conservação já aprovadas e que até hoje não saíram do papel; • Redirecionamento do programa nacional de reforma agrária para áreas já desmatadas; • Fortalecimento das instituições encarregadas da proteção ambiental como Ibama e secretarias estaduais de Meio Ambiente; • Adoção de mecanismos fiscais que punam a extração ilegal de madeira e beneficiem exclusivamente a produção de madeira através de manejo florestal sustentável e certificado pelo FSC. • Fortalecimento institucional e financeiro a projetos de manejo florestal comunitário; • Expansão dos programas governamentais de combate às queimadas; • Demarcação de todas as terras indígenas. Conter a destruição das florestas se tornou uma prioridade mundial, e não apenas um problema brasileiro. Restam hoje, em todo o planeta, apenas 22% da cobertura florestal original. A Europa Ocidental já perdeu 99,7% de suas florestas primárias; a Ásia, 94%; África, 92%; Oceania, 78%; América do Norte, 66%; e América do Sul, 54%. No caso específico da Amazônia brasileira, o desmatamento que era de 1% até 1970 pulou para quase 15% em 1999 – em quase 30 anos, uma área equivalente à França foi desmatada na região. É hora de dar um basta nisso. Vamos salvar o mundo ainda há tempo mas as mudanças precisam ser iniciadas

domingo, 18 de março de 2012

Caldeira Sustentável

Acesso as 19.08 - 19.08 http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/abril/novos-projetos-agenda-ambiental-676421.shtml Por ser a unidade de negócios da Abril que mais emite gases poluentes, a Gráfica está sempre em busca de alternativas que possam reduzir os impactos ambientais de suas operações. Em outubro, a Prefeitura de São Paulo aprovou a construção da Caldeira Sustentável. Por meio de aparas, essa caldeira possibilitará a queima de celulose para a produção do vapor utilizado no processo de impressão de rotogravura. "Essa é uma iniciativa pioneira no país e o prazo para a caldeira começar a funcionar é outubro de 2012. A partir desta data, a previsão é que as emissões de gases, de controle direto da Abril, sejam reduzidas em, aproximadamente, 50%", ressaltou Eduardo Costa, diretor superintendente da Gráfica. MTV sobe o morro Lilian Chwartzmann, diretora de marketing e eventos da MTV, apresentou um minidocumentário sobre a construção do campo de futebol do Rockgol 2011 no Morro dos Prazeres, uma das primeiras comunidades do Rio de Janeiro a receber Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). "Não queríamos apenas vender cotas de publicidade, mas sim tornar aquele campo um legado para a comunidade", disse Lilian. Pessoas e empresas Para encerrar a reunião, os presentes receberam a convidada Thaís Corral, presidente do conselho da Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Lideranças e fundadora da ONG Rede de Desenvolvimento Humano. Durante sua apresentação, ela falou sobre a resistência das pessoas com relação a mudanças e sustentabilidade entra nessa questão, pois, segundo ela, sustentabilidade é um processo de transição. "Precisamos mudar nossa mentalidade sobre o que é resultado e transformar a negatividade em possibilidades", disse. Leia em GRUPO ABRILTodas07/02/2012 - Mãos à Obra comemora Dia do Voluntário 07/02/2012 - Novos projetos da Agenda Ambiental 07/02/2012 - Abril discute conexões na Sustentabilidade 07/02/2012 - Educação é tema do Relatório de Sustentabilidade 31/01/2012 - Edifício do Grupo Abril recebe certificação LEED Saiba como receber as notícias mais recentes do Grupo Abril

A floresta, o homem, os paradoxos

Acesso as 18.59 - 18/03 http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/ambiente/amazonia-legal-desmatamento-direcao-coracao-regiao-679340.shtml Ao contrário do que se imaginava, a principal causa das queimadas e do desmatamento na Amazônia não é a extração clandestina de madeira para comercialização, e sim a pecuária praticada sem qualquer critério e, não raro, à revelia da lei. Muitos empresários do gado, provenientes, sobretudo, do Sudeste do país, ocuparam grandes extensões de terras públicas amazônicas sem custo nenhum ou então as compraram a preços baixos de inocentes caboclos da região. Nessas áreas, criam e comercializam milhões de cabeças de gado - nos últimos 15 anos o rebanho triplicou. De acordo com o economista da USP Jacques Marcovitch, em seu livro A Gestão da Amazônia - Ações Empresariais, Políticas Públicas, Estudos e Propostas, "terras gratuitas ou sequer arrendadas ou baratíssimas rebaixam o preço da carne em todo o mercado interno e garantem lucro certo em qualquer hipótese aos numerosos frigoríficos locais". Estima-se que 36% do gado bovino brasileiro é criado na Amazônia Legal e processado em 125 frigoríficos que funcionam lá mesmo. A soja se expande em outro bioma, no Cerrado do Centro-Oeste. Apenas cinco por cento das lavouras de soja brasileiras estão na Amazônia Legal. O agronegócio na região amazônica nasceu de uma saga desbravadora - sobretudo de migrantes sulistas - iniciada entre o fim da década de 1960 e o início dos anos 1970. Sob o pretexto de que era preciso ocupar o território para afastar uma suposta ameaça de internacionalização, o governo militar incentivou pequenos produtores agropecuários com espírito de aventura a explorar a floresta para implantar ali suas lavouras e pastagens. A proposta era tentadora, já que as terras estavam sendo distribuí¬das gratuitamente. Assim começou a exploração da Amazônia: de forma desordenada, sem qualquer planejamento. Era de esperar que os resultados de todos esses lucrativos negócios levassem a um clima não só de devastação ambiental mas também de impunidade, grilagem, trabalho escravo, conflitos sociais e criminalidade, inclusive nas cidades que se formaram de maneira caótica à medida que as clareiras eram abertas na mata. A violência tornou-se marca: das 100 cidades do Brasil com maiores taxas de homicídio 33 estão localizadas na região amazônica. A exploração madeireira ilegal e a corrida pelos minérios também ajudaram a criar um ambiente de terra sem lei. De toda a madeira arrancada da floresta, perto de 80% é ilegal. O garimpo irresponsável de minérios, como cassiterita, bário e ouro, traz complicações ao ambiente, criando paisagens lunares onde antes havia mata, além de poluir a água dos rios.

PROJETO SACOLA ECOLÓGICA

Acesso as 18.46 - 18/03 http://www.fgv.br/cev/rsnovarejo/SINDIPAN_Joinville.pdf COMO FUNCIONA? Foco na conscientização da comunidade para reduzir o consumo da Sacola Plástica que leva de 100 a 400 anos para se decompor. Foram confeccionadas as sacolas em tecido 100% algodão sem tingimento. Foram distribuídas para clientes de três panificadoras do Bairro Iririú-Joinville-SC Para incentivar a substituição pelas Sacolas Ecológicas Permanentes , as panificadoras concedem desconto a estes clientes.

quinta-feira, 15 de março de 2012

APAS firma parceria para educação ambiental em Bauru

Acesso as 22.05 - 15/03 http://vamostiraroplanetadosufoco.org.br/apas-firma-parceria-para-educacao-ambiental-em-bauru/ Publicado em 15 de março de 2012 17:50 Com o objetivo de multiplicar ações de educação ambiental para a população de Bauru, reuniram-se nesta quarta-feira (14 de março) representantes da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semma), da Empresa Desenvolvimento Urbano de Bauru (Emdurb) e da Associação Paulista de Supermercados (APAS). No encontro, os órgãos públicos apresentaram projetos que visam promover ações de conscientização sobre o descarte correto do lixo produzido pela população da cidade. O intuito é buscar apoio do segmento supermercadista para divulgação das mensagens educativas. Participaram do encontro o diretor da APAS Regional Bauru Erlon Godoy Ortega, o gestor ambiental da Solam – empresa gestora da campanha Vamos Tirar o Planeta do Sufoco – Thiago Pietrobon, o secretário do Meio Ambiente Valcirlei Gonçalves da Silva, o presidente da Emdurb Nico Mondelli e representantes dos setores diretamente ligados à coleta de lixo de Bauru. Durante o encontro, setores da prefeitura de Bauru e APAS acordaram uma parceria para divulgação de uma campanha que terá o objetivo de promover informações sobre o descarte correto do lixo, visando principalmente que a população não utilize caixas de papelão como embalagem de lixo. O diretor da APAS Regional Bauru Erlon Ortega firmou o compromisso de auxiliar a prefeitura municipal para a multiplicação das ações de educação ambiental, por meio de espaços publicitários cedidos pelos supermercados instalados na cidade. Além disso, foi definida a realização de uma palestra que apresentará os detalhes da campanha, no próximo dia 22 de março, a partir das 9h, no Sincomércio, com entrada franca e aberta à comunidade. Legenda da foto acima: Nico Mondelli, presidente da Emdurb; Valcirlei Gonçalves da Silva, secretário do Meio Ambiente de Bauru; Erlon Ortega, diretor da APAS Regional Bauru e Thiago Pietrobon, da Solam Soluções Ambientais